COLEÇÃO DAS REGRAS MONÁSTICAS DO BUDISMO THERAVĀDA

O Código de Disciplina Monástica dos Bhikkhus

Regras Pārājika 4: Alegação de estados supra-humanos

História de origem

Primeiro sub-relato

Certa vez, o Abençoado se encontrava em Vesali na Grande Floresta no Salão com um pico na cumeeira. Naquela ocasião, um grupo de bhikkhus que eram amigos haviam iniciado o retiro das chuvas nas margens do Rio Vaggumudā. Naquela ocasião Vajjī sofria com a escassez de comida era atingida pela fome, com as plantações secas e reduzidas à palha. Não era fácil manter-se com o recolhimento de esmolas.

Os bhikkhus consideraram as circunstâncias difíceis, e pensaram: “Como poderemos permanecer unidos e em harmonia, ter um retiro das chuvas confortável, e obter comida esmolada sem problemas?”

Alguns disseram: “Podemos trabalhar para os chefes de família, e eles nos darão algo em troca. Desta forma estaremos unidos e em harmonia, teremos um retiro das chuvas confortável, e obteremos comida esmolada sem problemas. ”

Outros disseram: “Não é necessário trabalhar para os chefes de família. Em vez disso, vamos levar mensagens para eles, e eles nos darão algo em troca. Desta forma estaremos unidos e em harmonia, teremos um retiro das chuvas confortável, e obteremos comida esmolada sem problemas. ”

E alguns outros disseram: “Não é necessário trabalhar para os chefes de família, levar mensagens para eles. Em vez disso, vamos é elogiar-nos uns aos outros para os chefes de família com relação aos nossos estados supra-humanos: ‘Tal bhikkhu adquiriu o primeiro jhana, tal bhikkhu o segundo jhana, tal bhikkhu, o terceiro, tal bhikkhu o quarto; tal bhikkhu é um sotapanna—um daqueles entrou na correnteza, tal bhikkhu um sakadagami—um que retorna uma vez, tal bhikkhu um anagami—um que não retorna, tal bhikkhu é um arahant—um digno, puro e livre das contaminações; tal bhikkhu adquiriu os três conhecimentos verdadeiros—isto é, ele conhece suas vidas passadas, ele viu o paraíso e os estados miseráveis e ele realizou o fim do nascimento; tal bhikkhu adquiriu as seis faculdades supra-humanas—ou seja, ele adquiriu poderes mágicos, o ouvido divino, ele penetra nas mentes dos outros, ele relembra vidas passadas, ele adquiriu o olho divino, ele eu atingi a extinção de todas as impurezas da mente.’ Em seguida, eles nos farão oferendas. Desta forma estaremos unidos e em harmonia, teremos um retiro das chuvas confortável, e obteremos comida esmolada sem problemas. Na verdade, este é o melhor caminho: elogiar uns aos outros para os chefes de família com relação aos nossos estados supra-humanos.”

Em seguida, aqueles bhikkhus elogiaram-se uns aos outros para os chefes de família com relação aos estados supra-humanos: ‘Tal bhikkhu adquiriu o primeiro jhana, tal bhikkhu o segundo jhana, … tal bhikkhu adquiriu as seis faculdades supra-humanas.’ E as pessoas pensaram: “É nossa fortuna que tais bhikkhus vieram até nós passar o retiro das chuvas. Bhikkhus como estes, virtuosos e de bom caráter, nunca antes vieram passar o retiro das chuvas conosco.” E então eles ofereceram para aqueles bhikkhus alimentos e bebidas de melhor qualidade que a que eles mesmos comiam e bebiam, ou mesmo dariam aos seus pais, suas esposas e filhos, seus escravos, servos e trabalhadores, aos seus amigos e camaradas, ou aos seus parentes. Desta forma, esses bhikkhus se tornaram corados, com características arredondadas, rostos radiantes, e pele clara e brilhante.

Naquela época, era de costume que ao término do retiro das chuvas os bhikkhus fossem visitar o Abençoado. Então, quando o retiro das chuvas havia terminado, ao fim de três meses, aqueles bhikkhus puseram em ordem os seus alojamentos e, levando consigo suas tigelas e mantos, partiram para Vesālī. Caminhando em etapas, eles por fim chegaram em Vesālī e foram até o Salão com um pico na cumeeira, na Grande Floresta. Lá eles se aproximaram do Abençoado o homenagearam e sentaram a um lado.

Naquela ocasião, os bhikkhus que haviam completado o retiro das chuvas naquela região se encontravam magros, abatidos e pálidos, com as veias saltadas nos membros. Mas os bhikkhus que chegaram das margens do rio Vaggumudā se encontravam corados, com características arredondadas, rostos radiantes, e pele clara e brilhante. É o costume dos Budas saudar bhikkhus visitantes, e assim o Abençoado se dirigiu a eles: “Espero que vocês estejam bem, bhikkhus, espero que vocês estejam confortáveis; o retiro das chuvas de vocês foi confortável e, unidos e em harmonia, vocês obtiveram comida esmolada sem problemas?”

“Sim Abençoado, nós estamos bem, estamos confortáveis; teremos um retiro das chuvas confortável, unidos e em harmonia, obtivemos comida esmolada sem problemas”.

Os Budas às vezes fazem perguntas sabendo, e às vezes sabendo não fazem perguntas; eles fazem perguntas sabendo a hora certa de perguntar, e eles não fazem perguntas sabendo a hora em que não é certo perguntar. Os Budas perguntam quando é benéfico, nunca quando é prejudicial; pois no que se refere ao que prejudicial, os Budas destruíram a ponte. Os Budas questionam os bhikkhus tendo duas motivações: “Dar um ensinamento ou estabelecer uma regra de treinamento para os discípulos.”

E então o Abençoado disse aos bhikkhus: “De que forma, bhikkhus, vocês tiveram um retiro das chuvas confortável e, unidos e em harmonia, obtiveram comida esmolada sem problemas?”

E então os bhikkhus relataram o que se passou ao Abençoado.

“Mas vocês realmente já adquiriram esses estados supra-humanos?”

“Não, Abençoado.”

O Buda então os repreendeu: “Homens tolos, não é conveniente, não é apropriado, não é digno de um contemplativo, não é correto, não deve ser feito. Como puderam vocês, por causa de seus estômagos, elogiar uns aos outros para os chefes de família com relação aos estados supra-humanos? Seria melhor que suas barrigas tivessem sido cortadas por uma faca de açougueiro do que é vocês tivessem elogiado uns aos outros para os chefes de família com relação aos estados supra-humanos. Por que isso? Porque se assim fosse vocês poderiam até morrer ou experimentar um sofrimento como o da morte, mas não renasceriam num estado de privação, num destino infeliz. Mas devido ao que fizeram talvez esse será o caso. O que se passou não fará surgir fé naqueles ainda sem fé… E então, após criticar aqueles indivíduos, ele se dirigiu aos bhikkhus:

“Bhikkhus, cinco grande criminosos são encontrados no mundo. Que cinco? Um grande criminoso que assim intenciona: ‘Oh quando poderei eu, tendo cem ou mil homens como comparsas, vaguear entre aldeias, cidades e capitais reais, matando e fazendo os outros matar, destruindo e fazendo os outros destruir, atormentando e fazendo os outros atormentar’, e depois de algum tempo ele faz exatamente aquilo. Da mesma forma, bhikkhus, um bhikkhu impostor pensa assim: ‘Oh, quando poderei eu, tendo cem ou mil seguidores, vagar entre aldeias, cidades e capitais reais, sendo homenageado, respeitado, reverenciado, ser adorado pelos chefes de família e por aqueles que adotaram a vida santa; obter mantos, alimentos, alojamento e medicamentos’, e depois de algum tempo ele faz exatamente isso. Este é o primeiro grande criminoso a ser encontrado no mundo.

“Outra vez, um bhikkhu impostor aprende o ensino e a disciplina proclamado pelo Buda e o toma como sendo seu. Este é o segundo grande criminoso a ser encontrado no mundo.

“Mais uma vez, um bhikkhu impostor acusa sem fundamento de não abster-se de sexualidade alguém que vive a vida espiritual na pureza. Este é o terceiro grande criminoso a ser encontrado no mundo.

“Mais uma vez, um bhikkhu impostor leva bens valiosos e requisitos pertencentes à sangha dos bhikkhus—um mosteiro, o terreno em que se encontra um mosteiro, uma cabana ou alojamento, o terreno em que se encontra uma cabana ou alojamento, uma cama, um banco, uma almofada, um travesseiro, um vaso de bronze, um jarro de bronze, um pote de latão, um pote de bronze, um enxó, um machado, uma martelo, uma pá, um formão, uma trepadeira, um bambu, erva muñja, junco pabbajja, capim tiṇa, argila, artigos de madeira, artigos de barro—e os usa para conquistar e criar um séquito entre os chefes de família. Este é o quarto grande criminoso a ser encontrado no mundo.

“Mas neste mundo—com os seus devas, maras e brahmas, esta população com seus contemplativos e brâmanes, seus príncipes e o povo—é este o maior dos criminosos: aquele que, faltando com a verdade, orgulha-se de estados supra-humanos sem de fato tê-los adquirido. Por que isso? Pois Bhikkhus, por terem agido assim, vocês roubaram e comeram a comida do povo.”

Aquele que se declara ser alguém que de fato não é, Se alimenta através do roubo, como um enganador que trapaça.

Muitos ‘pescoços amarelos’ de más qualidades, descontrolados e Maliciosos, cometendo o mal, no inferno renascem.

Melhor comer uma bola de ferro inflamada e incandenscente, Do que imoral e descontroladamente ingerir a comida esmolada das pessoas.

Então o Abençoado, depois de criticar os bhikkhus vindos das margens do Vaggumudā de várias formas… “E então, bhikkhus, esta regra de treinamento deve ser assim recitada:

Regra preliminar

“Se um bhikkhu falsamente reivindica para si um estado supra-humano, o conhecimento e visão dignos dos nobres, dizendo: ‘Isto eu sei, isso eu vejo’, mas depois de algum tempo—se questionado ou não, mas tendo cometido a ofensa e desejando purificação—venha a dizer: ‘Eu disse que sabia sem de fato saber, eu disse que via sem de fato ver; o que eu disse era vazio de verdade, falso’, ele também está expulso, passa a não mais fazer parte da Sangha.”

Desta forma o Abençoado estabeleceu para os bhikkhus esta regra de treinamento.

Segundo sub-relato

Certa vez, um grupo de bhikkhus—pensando terem visto o que eles não tinham visto, alcançado o que eles não tinham alcançado, compreendido que eles não tinham compreendido, realizado o que eles não tinham realizado—sobrestimando a si mesmos declararam erroneamente estados supra-humanos. Depois de algum tempo suas mentes se inclinaram ao desejo, à raiva e à delusão. Eles se tornaram ansiosos, pensando, “O Abençoado estabeleceu uma regra de treinamento; e mesmo assim nós—pensando termos visto o que não vimos … sobrestimando a nós mesmos declararamos erroneamente estados supra-humanos. Será que cometemos uma ofensa parajika, que implica a expulsão?” Eles informaram o Venerável Ānanda, que por sua vez informou o Abençoado. Ele disse: “Ānanda, estes bhikkhus declararam o conhecimento final devido a sobrestimação, pensando terem visto, alcançado o que eles não tinham alcançado … mas isso é insignificante. E então, bhikkhus, esta regra de treinamento deve ser recitada assim:

Regra Final

“Um bhikkhu que falsamente reivindica para si um estado supra-humano, o conhecimento e visão dignos dos nobres, dizendo: ‘Isto eu sei, isso eu vejo’, mas depois de algum tempo—se questionado ou não, mas tendo cometido a ofensa e desejando purificação—vem a dizer: ‘Eu disse que sabia sem de fato saber, eu disse que via sem de fato ver; o que eu disse era vazio de verdade, falso’—a não ser que por mera sobrestimação—ele também está expulso, passa a não mais fazer parte da Sangha.”

Definições

Um: refere-se a qualquer indivíduo, de tal tipo, de tal ocupação, de tal status social, de tal nome, de tal família, de tal conduta, de tal comportamento, de tal associação, seja de muita ou pouca idade, ou não pertencendo a nenhum grupo específico. … Bhikkhu: … neste caso, um bhikkhu é alguém que tenha recebido a ordenação completa na Sangha de bhikkhus através de um procedimento formal, consistindo de três moções e três proclamações, que é irrefutável e completo.

Falsamente: apesar de uma certa qualidade benéfica ainda não ter surgido nele, ou ainda não ter sido realizada, compreendida, compreendida ou alcançada, ele diz: “Eu tenho essa qualidade benéfica.”

Um estado supra-humano: os jhanas, emancipação, quietude, realizações meditativas, conhecimento e visão, desenvolvimento do caminho, fruições, abandono das impurezas, uma mente desobstruída, deleite nas moradas vazias.

Para si: ele fala dessas qualidades benéficas como se presentes em si mesmo, ou ele se apresenta como se em meio a qualidades benéficas.

Conhecimento: os três conhecimentos verdadeiros.

Visão: conhecimento está para a visão tal como visão está para o conhecimento.

Reinvidica: anuncia para alguém, um homem, uma mulher, um chefe de família ou para alguém que tenha adotado a vida santa.

‘Isto eu sei, isso eu vejo’: “Eu conheço estas qualidades / eu vejo estas qualidades / essas qualidades estão presentes em mim e eu estou em conformidade com estas qualidades.”

Depois de algum tempo: o momento, o segundo ou o instante após a reinvidicação.

Se questionado: ele é questionado em relação a que ele afirmou: “O que você atingiu? Como você atingiu? Quando atingiu? Onde eu atingi? Quais impurezas abandonou? Quais qualidades adquiriu?”

Ou não: ninguém o questiona.

Tendo cometido a ofensa: motivado por desejos inábeis, afetado pela cobiça, alegando um estado supra-humano inexistente, irreal, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão.

Desejando a purificação: ele deseja ser um chefe de família, um discípulo leigo, um atendente de mosteiro ou um samanera.

Disse que sabia sem de fato saber, disse que via sem de fato ver: “não há em mim o conhecimento destas qualidades / não há em mim a visão destas qualidades / estas qualidades não se encontram presentes e não há em mim conformidade com tais qualidades.”

O que eu disse era vazio de verdade, falso: o que eu disse era vazio; o que eu disse era falso; o que eu disse era irreal; eu disse aquilo sem de fato ter conhecimento.

A menos que seja devido a mera sobrestimação: exceto no caso de sobrestimação.

Ele também: isso é dito com referência as demais ofensas parajika, que implicam a expulsão.

É expulso: da mesma forma que uma palmeira sucumbe quando a sua copa é cortada, igualmente um bhikkhu que alega um estado supra-humano inexistente, tomado por desejos inábeis e afetado pela cobiça, deixa de ser um contemplativo, um filho do Sákya—é desta forma que se diz “, ele foi expulso.”

Passa a não mais fazer parte da Sangha: Fazer parte da Sangha: O indivíduo rompe o vínculo com a Sangha de bhikkhus, estando impedido de participar em procedimentos formais da Sangha, em recitações, e em treinamentos específicos. Assim se define a aplicação da expressão ‘Passa a não mais fazer parte da Sangha’.”

Permutações

Resumo

Um estado supra-humano: os jhanas, emancipação, quietude, realizações meditativas, conhecimento e visão, desenvolvimento do caminho, fruições, abandono das impurezas, uma mente desobstruída, deleite nas moradas vazias.

Definições

Absorção: o primeiro jhana, o segundo jhana, o terceiro jhana, o quarto jhana.

Emancipação: emancipação vazia; emancipação sem sinais, da mente em insight; emancipação sem desejo.

Quietude: quietude vazia; quietude sem sinais, da mente em insight; quietude sem desejo.

Realização meditativa: realização meditativa do vazio; realização meditativa sem sinais, da mente em insight; realização meditativa sem desejo.

Conhecimento e visão: os três conhecimentos verdadeiros.

Desenvolvimento do caminho: os quatro fundamentos da atenção plena, os quatro esforços corretos, as quatro bases do poder espiritual, as cinco faculdades dominantes, os cinco poderes, os sete fatores da iluminação, o nobre caminho óctuplo.

Fruição: fruição de um sotapanna, fruição de um sakadagami, fruição de um anagami, fruição de um arahant.

Abandono das impurezas: o abandono do desejo sensual, o abandono da raiva, o abandono da delusão.

Uma mente desobstruída: mente livre do desejo sensual, mente livre da raiva, mente livre da delusão.

Deleite nas moradas vazias: devido ao primeiro jhana há deleite em moradas vazias, devido ao segundo jhana há deleite em moradas vazias, devido ao terceiro jhana há deleite em moradas vazias, devido à jhana quarta há deleite em moradas vazias.

Exposição

Primeiro jhana

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi o primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi o primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas quatro condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi o primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas cinco condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi o primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas seis condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa sua fé no que é verdadeiro; ele deturpa a sua aceitação do que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi o primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas sete condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa sua fé no que é verdadeiro; ele deturpa sua aceitação do que é verdadeiro; ele deturpa o seu gosto pelo que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu estou atingindo o primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu estou atingindo o primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas quatro condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu estou atingindo o primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas cinco condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu estou atingindo o primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas seis condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa sua fé no que é verdadeiro; ele deturpa a sua aceitação do que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu estou atingindo o primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas sete condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa sua fé no que é verdadeiro; ele deturpa sua aceitação do que é verdadeiro; ele deturpa o seu gosto pelo que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu penetro o primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu penetro o primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas quatro condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu penetro o primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas cinco condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu penetro o primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas seis condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa sua fé no que é verdadeiro; ele deturpa a sua aceitação do que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu penetro o primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas sete condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa sua fé no que é verdadeiro; ele deturpa sua aceitação do que é verdadeiro; ele deturpa o seu gosto pelo que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu obtenho o primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu obtenho o primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas quatro condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu obtenho o primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas cinco condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu obtenho o primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas seis condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa sua fé no que é verdadeiro; ele deturpa a sua aceitação do que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu obtenho o primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas sete condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa sua fé no que é verdadeiro; ele deturpa sua aceitação do que é verdadeiro; ele deturpa o seu gosto pelo que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu permaneço no primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu permaneço no primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas quatro condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu permaneço no primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas cinco condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu permaneço no primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas seis condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa sua fé no que é verdadeiro; ele deturpa a sua aceitação do que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu permaneço no primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas sete condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa sua fé no que é verdadeiro; ele deturpa sua aceitação do que é verdadeiro; ele deturpa o seu gosto pelo que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu compreendo o primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu compreendo o primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas quatro condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu compreendo o primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas cinco condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu compreendo o primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas seis condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa sua fé no que é verdadeiro; ele deturpa a sua aceitação do que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu compreendo o primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas sete condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa sua fé no que é verdadeiro; ele deturpa sua aceitação do que é verdadeiro; ele deturpa o seu gosto pelo que é verdadeiro.

Outras realizações individuais

Da mesma forma que primeiro jhana foi expandido em detalhes, igualmente todos os demais devem ser expandidos:

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi o segundo jhana… eu atingi o terceiro jhana… eu atingi o quarto jhana… Eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo o quarto jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu… sete condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa sua fé no que é verdadeiro; ele deturpa sua aceitação do que é verdadeiro; ele deturpa o seu gosto pelo que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi a emancipação vazia… eu atingi a emancipação sem sinais, da mente em insight… eu atingi a emancipação sem desejo… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo a emancipação sem desejo”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi a quietude vazia… eu atingi a quietude sem sinais, da mente em insight… eu atingi a quietude sem desejo… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo a quietude sem desejo”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi a realização meditativa do vazio… eu atingi a realização meditativa sem sinais, da mente em insight… eu atingi a realização meditativa sem desejo… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo a realização meditativa sem desejo”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi os três conhecimentos verdadeiros… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo os três conhecimentos verdadeiros”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi os quatro fundamentos da atenção plena… eu atingi os quatro esforços corretos… eu atingi as quatro bases do poder espiritual… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo as quatro bases do poder espiritual”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu atingi as cinco faculdades dominantes… eu atingi os cinco poderes… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo as cinco poderes”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi os sete fatores da iluminação… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo os sete fatores da iluminação”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu atingi o nobre caminho óctuplo… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo o nobre caminho óctuplo”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi a fruição de um sotapanna… eu atingi a fruição de um sakadagami… Eu atingi a fruição de um anagami… eu atingi a fruição de um arahant… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo a fruição de um arahant”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se ele encontra-se em plena consciência, dizendo, “O desejo sensual foi por mim abandonado / repudiado / largado / eliminado / renunciado / deixado / suprimido”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se ele encontra-se em plena consciência, dizendo, “A raiva foi por mim abandonada / repudiada / largada / eliminada / renunciada / deixada / suprimida”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se ele encontra-se em plena consciência, dizendo, “A delusão foi por mim abandonada / repudiada / largada / eliminada / renunciada / deixada / suprimida”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Minha mente é livre do obstáculo do desejo sensual”, comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Minha mente é livre do obstáculo da raiva”, comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Minha mente é livre do obstáculo da delusão”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu… sete condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa sua fé no que é verdadeiro; ele deturpa sua aceitação do que é verdadeiro; ele deturpa o seu gosto pelo que é verdadeiro.

A série básica se encerra aqui.

Combinações de duas realizações

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi o primeiro jhana e o segundo jhana… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo o primeiro jhana e o segundo jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi o primeiro jhana e o terceiro jhana… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo o primeiro jhana e o terceiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi o primeiro jhana e o quarto jhana… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo o primeiro jhana e o quarto jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi o primeiro jhana e a emancipação vazia… eu atingi o primeiro jhana e a emancipação sem sinais, da mente em insight… eu atingi o primeiro jhana e a emancipação sem desejo… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo o primeiro jhana e a emancipação sem desejo”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi o primeiro jhana e a quietude do vazio… eu atingi o primeiro jhana e a quietude sem sinais, da mente em insight… eu atingi o primeiro jhana e a quietude sem desejo… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo o primeiro jhana e a quietude sem desejo”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi o primeiro jhana e a realização meditativa do vazio… eu atingi o primeiro jhana e a realização meditativa sem sinais, da mente em insight… eu atingi o primeiro jhana e a realização meditativa sem desejo… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo o primeiro jhana e a realização meditativa sem desejo”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi o primeiro jhana e os três conhecimentos verdadeiros… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo o primeiro jhana e os três conhecimentos verdadeiros”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi o primeiro jhana e os quatro fundamentos da atenção plena… eu atingi o primeiro jhana e os quatro esforços corretos… eu atingi o primeiro jhana e as quatro bases do poder espiritual… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo o primeiro jhana e as quatro bases do poder espiritual”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi o primeiro jhana e as cinco faculdades dominantes… eu atingi o primeiro jhana e os cinco poderes… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo o primeiro jhana e os cinco poderes”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi o primeiro jhana e os sete fatores da iluminação… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo o primeiro jhana e os sete fatores da iluminação”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu atingi o primeiro jhana e o nobre caminho óctuplo… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo o primeiro jhana e o nobre caminho óctuplo”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi o primeiro jhana e a fruição de um sotapanna… eu atingi o primeiro jhana e a fruição de um sakadagami… eu atingi o primeiro jhana e a fruição de um anagami… eu atingi o primeiro jhana e a fruição de um arahant… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo o primeiro jhana e a fruição de um arahant”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi o primeiro jhana e eu abandonei o desejo sensual… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo o primeiro jhana e eu abandonei o desejo sensual… abandonei a raiva … repudiei … larguei … eliminei … renunciei … deixei … suprimi a delusão”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi o primeiro jhana e minha mente é livre do obstáculo do desejo sensual… eu estou atingindo… Eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo o primeiro jhana e minha mente é livre do obstáculo do desejo sensual… e minha mente é livre do obstáculo da raiva… e minha mente é livre do obstáculo da delusão”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu… quando atendidas sete condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa sua fé no que é verdadeiro; ele deturpa sua aceitação do que é verdadeiro; ele deturpa o seu gosto pelo que é verdadeiro.

A série de combinações se encerra aqui.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi o segundo jhana e o terceiro jhana… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo o segundo jhana e o terceiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi o segundo jhana e o quarto jhana… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo o segundo jhana e o quarto jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu atingi o segundo jhana e a emancipação vazia… e a emancipação sem sinais, da mente em insight… e a emancipação sem desejo… e a quietude vazia… e quietude sem sinais, da mente em insight… e quietude sem desejo… e a realização meditativa do vazio… e a realização meditativa sem sinais, da mente em insight… e a realização meditativa sem desejo… e os três conhecimentos verdadeiros… e os quatro fundamentos da atenção plena… e os quatro esforços corretos… e os quatro bases do poder espiritual… e as cinco faculdades dominantes… e os cinco poderes… e os sete fatores da iluminação… e o nobre caminho óctuplo… e a fruição de um sotapanna… e a fruição de um sakadagami… e a fruição de um anagami… e a fruição de um arahant… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo o segundo jhana e a fruição de um arahant”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi o segundo jhana e eu abandonei o desejo sensual… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo o primeiro jhana e eu abandonei o desejo sensual… abandonei a raiva … repudiei … larguei … eliminei … renunciei … deixei … suprimi a delusão”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi o segundo jhana e o primeiro jhana… eu compreendo o segundo jhana e o primeiro jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu… quando atendidas sete condições… ele deturpa o seu gosto pelo que é verdadeiro.

A série de permutações vinculadas

Da mesma forma cada item raiz é a tratado como na série de permutações vinculadas.

Em resumo:

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Eu atingi o terceiro jhana e o quarto jhana… o terceiro jhana e a fruição de um arahant… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo o terceiro jhana e a fruição de um arahant”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi o terceiro jhana e eu abandonei o desejo sensual… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo o primeiro jhana e eu abandonei o desejo sensual… abandonei a raiva … repudiei … larguei … eliminei … renunciei … deixei … suprimi a delusão”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi o terceiro jhana e o primeiro jhana… eu atingi o terceiro jhana e o segundo jhana… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… eu compreendo o terceiro jhana e o segundo jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Minha mente é livre do obstáculo da delusão e eu atingi o primeiro jhana… o segundo jhana… o terceiro jhana… o quarto jhana… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… minha mente é livre do obstáculo da delusão e eu compreendo o quarto jhana”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Minha mente é livre do obstáculo da delusão e eu atingi a emancipação vazia… e eu atingi a emancipação sem sinais, da mente em insight… e eu atingi a emancipação sem desejo… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… minha mente é livre do obstáculo da delusão e eu realizei a emancipação sem desejo”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Minha mente é livre do obstáculo da delusão e eu atingi a quietude vazia… e eu atingi a quietude sem sinais, da mente em insight… e eu atingi a quietude sem desejo… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… minha mente é livre do obstáculo da delusão e eu compreendo a quietude sem desejo”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Minha mente é livre do obstáculo da delusão e eu atingi a realização meditativa do vazio… e eu atingi a realização meditativa sem sinais, da mente em insight… e eu atingi a realização meditativa sem desejo… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… minha mente é livre do obstáculo da delusão e percebi a realização meditativa sem desejo”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Minha mente é livre do obstáculo da delusão e eu atingi os três conhecimentos verdadeiros… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… minha mente é livre do obstáculo da delusão e eu compreendo os três conhecimentos verdadeiros”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “Minha mente é livre do obstáculo da delusão e eu atingi os quatro fundamentos da atenção plena… e eu atingi os quatro esforços corretos… e eu atingi as quatro bases do poder espiritual… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… minha mente é livre do obstáculo da delusão e eu compreendo as quatro bases do poder espiritual”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Minha mente é livre do obstáculo da delusão e eu atingi as cinco faculdades dominantes… e eu atingi os cinco poderes… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… minha mente é livre do obstáculo da delusão e eu compreendo as cinco poderes”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Minha mente é livre do obstáculo da delusão e eu atingi os sete fatores da iluminação… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… minha mente é livre do obstáculo da delusão e eu compreendo os sete fatores da iluminação”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Minha mente é livre do obstáculo da delusão e eu atingi o nobre caminho óctuplo… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… minha mente é livre do obstáculo da delusão e eu compreendo o nobre caminho óctuplo”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Minha mente é livre do obstáculo da delusão e eu atingi a fruição de um sotapanna… e eu atingi a fruição de um sakadagami… e eu atingi a fruição de um anagami… e eu atingi a fruição de um arahant… eu estou atingindo… eu penetro… eu obtenho… eu permaneço… minha mente é livre do obstáculo da delusão e eu compreendo a fruição de um arahant”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Minha mente é livre do obstáculo da delusão e eu abandonei o desejo sensual… eu abandonei a raiva… e a delusão foi por mim abandonada / repudiada / largada / eliminada / renunciada / deixada / suprimida”, comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se ele encontra-se em plena consciência, dizendo, “Minha mente é livre do obstáculo da delusão e minha mente é livre do obstáculo do desejo sensual… e minha mente é livre do obstáculo da raiva”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu… quando atendidas sete condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa sua fé no que é verdadeiro; ele deturpa sua aceitação do que é verdadeiro; ele deturpa o seu gosto pelo que é verdadeiro.

Aqui se encerra a seção sobre um item raiz.

Combinações de mais de duas realizações

As seções sobre dois itens raiz, etc., são detalhadas da mesma forma que a seção sobre um item raiz.

Combinação de todas as realizações

Esta é a seção em todos os itens raiz:

Se plenamente consciente ele mente, dizendo: “Eu atingi o primeiro jhana e o segundo jhana e o terceiro jhana e o quarto jhana e a emancipação vazia e emancipação sem sinais e a emancipação sem desejo e a quietude vazia e a quietude sem sinais e a quietude sem desejo e a realização meditativa do vazio e a realização meditativa sem sinais e a realização meditativa sem desejo e os três conhecimentos verdadeiros e os quatro fundamentos da atenção plena e os quatro esforços corretos e as quatro bases do poder espiritual e as cinco faculdades dominantes e os cinco poderes e os sete fatores da iluminação e o nobre caminho óctuplo e a fruição de um sotapanna e a fruição de um sakadagami e a fruição de um anagami e a fruição de um arahant… eu estou atingindo… eu penetro… e minha mente é livre do obstáculo do desejo sensual e minha mente está livre do obstáculo da raiva e minha mente é livre do obstáculo da delusão”, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu… quando atendidas sete condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa sua fé no que é verdadeiro; ele deturpa sua aceitação do que é verdadeiro; ele deturpa o seu gosto pelo que é verdadeiro.

Aqui se encerra a seção sobre todos os itens raiz. Aqui se encerra a exposição da série básica.

Querendo dizer primeiro jhana, mas dizendo outra coisa

Se plenamente consciente ele mente, querendo dizer: “Eu atingi o primeiro jhana”, enquanto na verdade dizendo: “Eu atingi o segundo jhana”, se quem ouve entende, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas as três condições; Se o ouvinte não entende, ele comete uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, querendo dizer: “Eu atingi o primeiro jhana”, enquanto na verdade dizendo: “Eu atingi o terceiro jhana”, se quem ouve entende, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas as três condições. Se o ouvinte não entende, ele comete uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, querendo dizer: “Eu atingi o primeiro jhana”, enquanto na verdade dizendo: “Eu atingi o quarto jhana”, se quem ouve entende, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas as três condições. Se o ouvinte não entende, ele comete uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, querendo dizer: “Eu atingi o primeiro jhana”, enquanto na verdade dizendo: “Eu atingi a emancipação vazia… a emancipação sem sinais, da mente em insight… a emancipação sem desejo… a quietude vazia… a quietude sem sinais, da mente em insight… a quietude sem desejo… a realização meditativa do vazio… a realização meditativa sem sinais, da mente em insight… a realização meditativa sem desejo… os três conhecimentos verdadeiros… os quatro fundamentos da atenção plena… os quatro esforços corretos… as quatro bases do poder espiritual… as cinco faculdades dominantes… os cinco poderes… os sete fatores da iluminação… o nobre caminho óctuplo… a fruição de um sotapanna… a fruição de um sakadagami… a fruição de um anagami… a fruição de um arahant… eu abandonei o desejo sensual… abandonei a raiva… e a delusão foi por mim abandonada / repudiada / largada / eliminada / renunciada / deixada / suprimida… minha mente é livre do obstáculo do desejo sensual… minha mente é livre do obstáculo da raiva… minha mente é livre do obstáculo da delusão”, se quem ouve entende, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas as três condições. Se o ouvinte não entende, ele comete uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu… quando atendidas sete condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa sua fé no que é verdadeiro; ele deturpa sua aceitação do que é verdadeiro; ele deturpa o seu gosto pelo que é verdadeiro.

Aqui se encerra a série de permutaç'oes não conectadas, sobre um item de raiz e com o acréscimo da fala.

Querendo dizer segundo jhana, mas dizendo outra coisa

Se plenamente consciente ele mente, querendo dizer: “Eu atingi o segundo jhana”, enquanto na verdade dizendo: “Eu atingi o terceiro jhana”, se quem ouve entende, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas as três condições. Se o ouvinte não entende, ele comete uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, querendo dizer: “Eu atingi o segundo jhana”, enquanto na verdade dizendo: “que eu atingi o quarto jhana… minha mente é livre do obstáculo da delusão”, se quem ouve entende, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas as três condições. Se o ouvinte não entende, ele comete uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, querendo dizer: “Eu atingi o segundo jhana”, enquanto na verdade dizendo: “Eu atingi o primeiro jhana”, se quem ouve entende, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas as três condições. Se o ouvinte não entende, ele comete uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu… quando atendidas sete condições… ele deturpa o seu gosto pelo que é verdadeiro.

Aqui se encerra a exposição da seção de permutações sobre um item raiz com o acréscimo da fala. A base em breve.

Querendo dizer que ele é livre de delusão, mas dizendo outra coisa.

Se plenamente consciente ele mente, querendo dizer: “Minha mente é livre do obstáculo da delusão”, enquanto na verdade dizendo: “Eu atingi o primeiro jhana”, se quem ouve entende, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas as três condições. Se o ouvinte não entende, ele comete uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, querendo dizer: “Minha mente é livre do obstáculo da delusão”, enquanto na verdade dizendo: “Minha mente é livre do obstáculo da raiva”, se quem ouve entende, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas as três condições. Se o ouvinte não entende, ele comete uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu… quando atendidas sete condições… ele deturpa o seu gosto pelo que é verdadeiro.

Aqui se encerra a seção de permutações sobre um item raiz com o acréscimo da fala.

Querendo dizer qualquer combinação particular de realizações individuais, mas dizendo outra coisa.

As seções sobre dois ou mais itens raiz são detalhadas da mesma forma como na seção sobre um item raiz.

Significa dizer que todas as realizações mas um e em vez disso, dizendo o permanecer um

Esta é a seção sobre todos os itens raiz:

Se plenamente consciente ele mente, querendo dizer: “Eu atingi o primeiro jhana e o segundo jhana e o terceiro jhana e o quarto jhana e a emancipação vazia e emancipação sem sinais e a emancipação sem desejo e a quietude vazia e a quietude sem sinais e a quietude sem desejo e a realização meditativa do vazio e a realização meditativa sem sinais e a realização meditativa sem desejo e os três conhecimentos verdadeiros e os quatro fundamentos da atenção plena e os quatro esforços bem e a quatro bases do poder espiritual e as cinco faculdades dominantes e os cinco poderes e os sete fatores da iluminação e o nobre caminho óctuplo e a fruição de um sotapanna e a fruição de um sakadagami e a fruição de um anagami e a fruição de um arahant e eu eu abandonei o desejo sensual… abandonei a raiva… e a delusão foi por mim abandonada / repudiada / largada / eliminada / renunciada / deixada / suprimida… minha mente é livre do obstáculo do desejo sensual… minha mente é livre do obstáculo da raiva” ,enquanto na verdade dizendo: “Minha mente é livre do obstáculo da delusão”, se quem ouve entende, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas as três condições. Se o ouvinte não entende, ele comete uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu… quando atendidas sete condições.

Se plenamente consciente ele mente, querendo dizer: “Eu atingi o segundo jhana e o terceiro jhana e o quarto jhana e a emancipação vazia e o lançamento signless e a emancipação sem desejo e a quietude vazia e a quietude sem sinais e a quietude sem desejo e a realização meditativa do vazio e a realização meditativa sem sinais e a realização meditativa sem desejo e os três conhecimentos verdadeiros e os quatro fundamentos da atenção plena e os quatro esforços corretos e as quatro bases espirituais poder e das cinco faculdades dominantes e os cinco poderes e os sete fatores da iluminação e o nobre caminho óctuplo e a fruição de um sotapanna e a fruição de um sakadagami e a fruição de um anagami e a fruição de um arahant e eu abandonei o desejo sensual… abandonei a raiva… e a delusão foi por mim abandonada / repudiada / largada / eliminada / renunciada / deixada / suprimida… minha mente é livre do obstáculo do desejo sensual… minha mente é livre do obstáculo da raiva… minha mente é livre do obstáculo da delusão” ,enquanto na verdade dizendo: “Eu atingi o primeiro jhana”, se quem ouve entende, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas as três condições. Se o ouvinte não entende, há uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, querendo dizer: “Eu atingi o terceiro jhana e o quarto jhana… e minha mente é livre do obstáculo da delusão e eu atingi o primeiro jhana”, enquanto na verdade dizendo: “Eu atingi o segundo jhana”, se quem ouve entende, ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas as três condições. Se o ouvinte não entende, ele comete uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, querendo dizer: “Minha mente é livre do obstáculo da delusão e eu atingi a primeiro jhano segundo jhana e o terceiro jhana e o quarto jhana… e minha mente é livre do obstáculo do desejo sensual”, enquanto na verdade dizendo: “Minha mente é livre do obstáculo da raiva”, se o ouvinte entende , ele comete uma ofensa parajika, que implica a expulsão, quando atendidas as três condições. Se o ouvinte não entende, ele comete uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu… quando atendidas sete condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa sua fé no que é verdadeiro; ele deturpa sua aceitação do que é verdadeiro; ele deturpa o seu gosto pelo que é verdadeiro.

Aqui se encerra a seção sobre todos os itens raiz com uma acréscimo da fala Aqui se encerra a série de permutações sucessivas com a acréscimo da fala. Aqui se encerra a seção sobre itens que envolvem “querer dizer”.

Sugestão e insinuação: habitações

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “O bhikkhu que esteve na sua habitação atingiu o primeiro jhana… está atingindo… penetrou… obteve… permanece… compreendeu o primeiro jhana”, se quem ouve entende, ele comete uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas as três condições. Se o ouvinte não entende, ele comete uma uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “O bhikkhu que esteve na sua habitação atingiu o primeiro jhana… está atingindo… penetrou… obteve… permanece… compreendeu o primeiro jhana”, se o ouvinte entende, ele comete uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando quatro… cinco… seis… sete condições. Se o ouvinte não entende, ele comete uma uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas sete condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa sua fé no que é verdadeiro; ele deturpa sua aceitação do que é verdadeiro; ele deturpa o seu gosto pelo que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “O bhikkhu que esteve na sua habitação atingiu o segundo jhana… o terceiro jhana… o quarto jhana… a emancipação vazia… a emancipação sem sinais, da mente em insight… a emancipação sem desejo… a quietude vazia… a quietude sem sinais, da mente em insight… a quietude sem desejo… a realização meditativa do vazio… a realização meditativa sem sinais, da mente em insight… a realização meditativa sem desejo… os três conhecimentos verdadeiros… os quatro fundamentos da atenção plena… os quatro esforços corretos… as quatro bases espirituais de poder… as cinco faculdades dominantes… os cinco poderes… os sete fatores de despertar… o nobre caminho óctuplo… a fruição de um sotapanna… a fruição de um sakadagami… a fruição de um anagami… a fruição de um arahant… está atingindo… penetrou… obteve… permanece… compreendeu a fruição de um arahant”, se quem ouve entende, ele comete uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas as três condições. Se o ouvinte não entende, ele comete uma uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “O bhikkhu que esteve na sua habitação abandonou o desejo sensual… abandonou a raiva… e a delusão foi por ele abandonada / repudiada / largada / eliminada / renunciada / deixada / suprimida”, se quem ouve entende, ele comete uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas as três condições. Se o ouvinte não entende, ele comete uma uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “A mente do bhikkhu que esteve na sua moradia é livre do obstáculo do desejo sensual… a mente dele é livre do obstáculo da raiva… a mente dele é livre do obstáculo da delusão”, se quem ouve entende, ele comete uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas as três condições. Se o ouvinte não entende, ele comete uma uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu… quando atendidas sete condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa sua fé no que é verdadeiro; ele deturpa sua aceitação do que é verdadeiro; ele deturpa o seu gosto pelo que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “O bhikkhu que esteve na sua habitação atingiu o primeiro jhana em uma construção vazia… o segundo jhana… o terceiro jhana… o quarto jhana… está atingindo… penetrou… obteve… permanece… compreendeu o quarto jhana em uma habitação vazia”, se quem ouve entende, ele comete uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas as três condições. Se o ouvinte não entende, ele comete uma uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu… quando atendidas sete condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa sua fé no que é verdadeiro; ele deturpa sua aceitação do que é verdadeiro; ele deturpa o seu gosto pelo que é verdadeiro.

Sugestão e insinuação: requisitos

O restante é da mesma forma detalhado:

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “O bhikkhu que fez uso dos mantos por você oferecidos… quem fez uso dos alimentos por você oferecidos… que fizeram uso da moradia ou abrigo por você oferecido… que fez uso dos medicamentos por você oferecidos atingiu o quarto jhana em uma construção vazia… está atingindo… penetrou… obteve… permanece… compreendeu o quarto jhana em uma habitação vazia”, se o ouvinte entende , ele comete uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas as três condições. Se o ouvinte não entende, ele comete uma uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu… quando atendidas sete condições… ele deturpa o seu gosto pelo que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “O bhikkhu que fez uso de sua moradia… que fez uso dos mantos por você oferecidos… que fez uso dos alimentos por você oferecidos… quem fez uso da moradia ou abrigo por você oferecido… que fez uso dos medicamentos por você oferecidos atingiu o quarto jhana em uma habitação vazia… está atingindo… penetrou… obteve… permanece… compreendeu o quarto jhana em uma habitação vazia “, se quem ouve entende, ele comete uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas as três condições. Se o ouvinte não entende, ele comete uma uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu… quando atendidas sete condições… ele deturpa o seu gosto pelo que é verdadeiro.

Se plenamente consciente ele mente, dizendo, “O bhikkhu a quem você deu uma habitação… a quem mantos você ofereceu… a quem alimentos você ofereceu… a quem moradia e abrigo você ofereceu… a quem você deu medicamentos… atingiu o quarto jhana em uma habitação vazia… está atingindo… penetrou… obteve… permanece… compreendeu o quarto jhana em uma habitação vazia”, se o ouvinte entende , ele comete uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas as três condições. Se o ouvinte não entende, ele comete uma uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave, quando atendidas três condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu… quando atendidas sete condições: antes de mentir, ele sabia que ia mentir; enquanto mentia, ele sabia que estava mentindo; depois que ele mentiu, ele sabe que mentiu; ele deturpa a sua visão do que é verdadeiro; ele deturpa sua fé no que é verdadeiro; ele deturpa sua aceitação do que é verdadeiro; ele deturpa o seu gosto pelo que é verdadeiro.

Aqui se encerram os quinze itens em sucessão. Aqui se encerra a exposição da seção relacionada aos requisitos. Aqui se encerram as permutações sucessivas sobre as qualidades supra-humanas.

Quando não há ofensa

Não há ofensa quando: ele se sobrestima; ele não tem intenção de fazer um elogio; o indivíduo se encontra louco; o indivíduo se encontra tomado pela dor; ele é o primeiro a cometer a ofensa.

Casos e suas respectivas decisões

Lista para memorização

Sobre a sobrestimação, numa área desabitada,
Esmolar comida, um preceptor, comportamento;
Grilhões, qualidades em privado,
Um alojamento, servido.

Não ser difícil, energia, medo da morte,
Remorso, corretamente;
Pela energia, pelo esforço,
Dois sobre o sofrimento insuportável.

Cinco histórias sobre um brâmane,
Três outras declarações sobre a outra margem;
Casa, rejeição dos prazeres sensuais,
Do prazer, partir.

Osso, aglomerado: ambos açougueiros de vacas;
Um punhado, um açougueiro de aves; um açougueiro de cabras esfolado;
Um açougueiro de porcos, espadas; um caçador, facas,
Um torturador, flechas; um treinador de cavalos, agulhas.

Um caluniador costurado;
Um magistrado corrupto com testículos como fardo;
Um adúltero submerso em um poço;
Um comedor de estrume, um brâmane profano.

Uma mulher adúltera, esfolada,
Uma mulher feia, uma vidente;
Uma mulher escaldada, que jogara carvões,
Um homem decapitado, um carrasco.

Um bhikkhu, uma bhikkhuni, uma bhikkhuni noviça,
Um samanera, e uma samaneri também;
Aqueles ordenados por Kassapa
e que fizeram más ações.

Tapodā em Rājagaha, batalha,
Elefantes se banhando;
O bhikkhu arahant Sobhita
que recordou quinhentos ciclos cósmicos.

Detalhes do casos, parte 1

Certa vez, um bhikkhu declarou ter chegado a outra margem por sobrestimação. Ele tornou-se ansioso, pensando, “O Abençoado estabeleceu-se uma regra de treinamento. Será que eu cometi uma ofensa parajika, que implica a expulsão?” Ele informou o Abençoado.

“Não há ofensa quando há sobrestimação.”

Certa vez, um bhikkhu vivia numa área desabitada cobiçoso de que as pessoas o estimassem. As pessoas o estimaram. Ele tornou-se ansioso…

“Não houve uma ofensa parajika, que implica a expulsão. Mas, bhikkhus, um bhikkhu não deve viver numa área desabitada por causa da cobiça. Se ele o faz, ele comete uma uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave.”

Certa vez, um bhikkhu saía para recolher comida esmolada cobiçoso de que as pessoas o estimassem. As pessoas o estimaram. Ele tornou-se ansioso…

“Não houve uma ofensa parajika, que implica a expulsão. Mas, bhikkhus, um bhikkhu não deve sair para recolher comida esmolada por causa da cobiça. Se ele o faz, ele comete uma uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave.”

Certa vez, um bhikkhu disse ao outro bhikkhu: “Aqueles ordenados por nosso preceptor são todos arahants.” Ele tornou-se ansioso…

“Qual foi a sua intenção, bhikkhu?”

“Eu queria fazer um elogio, Abençoado.”

“Não houve uma ofensa parajika, que implica a expulsão, mas sim uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave.”

Certa vez, um bhikkhu disse ao outro bhikkhu: “Aqueles ordenados por nosso preceptor possuem grandes poderes supra-humanos.” Ele tornou-se ansioso… “Qual foi a sua intenção, bhikkhu?” “Eu queria fazer um elogio, Abençoado.”

“Não houve uma ofensa parajika, que implica a expulsão, mas sim uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave.”

Certa vez, um bhikkhu meditava andando … em pé … sentado … deitado cobiçoso de que as pessoas o estimassem. As pessoas o estimaram. Ele tornou-se ansioso…

“Não houve uma ofensa parajika, que implica a expulsão. Mas, bhikkhus, um bhikkhu não deve meditar andando… em pé … sentado … deitado por causa da cobiça. Se ele o faz, ele comete uma uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave.”

Certa vez, um bhikkhu alegou um estado supra-humano ao outro bhikkhu: “Eu abandonei os grilhões”. Ele tornou-se ansioso…

“Você cometeu uma ofensa parajika, que implica a expulsão.”

Certa vez, um bhikkhu alegou um estado supra-humano em privado. Um outro bhikkhu, conhecendo a mente daquele bhikkhu, o criticou: “Não diga isso, você ainda não atingiu isto.” Ele tornou-se ansioso…

“Não houve uma ofensa parajika, que implica a expulsão, mas há uma ofensa dukkata, de transgressão.”

Certa vez, um bhikkhu alegou um estado supra-humano em privado. Um deva o criticou: “Venerável, não diga isso, você ainda não atingiu isto.” Ele tornou-se ansioso…

“Não houve uma ofensa parajika, que implica a expulsão, mas há uma ofensa dukkata, de transgressão.”

Certa vez, um bhikkhu disse para um discípulo leigo: “O bhikkhu que vive em sua morada é um arahant.” Ele viveu naquela habitação. Ele tornou-se ansioso…

“Qual foi a sua intenção, bhikkhu?”

“Eu queria fazer um elogio, Abençoado.”

“Não houve uma ofensa parajika, que implica a expulsão, mas sim uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave.”

Certa vez, um bhikkhu disse para um discípulo leigo: “Aquele que você homenageia com mantos, alimentos, moradia e medicamentos, é um arahant.” E ele era quem foi dessa maneira homenageado. Ele tornou-se ansioso…

“Qual foi a sua intenção, bhikkhu?”

“Eu queria fazer um elogio, Abençoado.”

“Não houve uma ofensa parajika, que implica a expulsão, mas sim uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave.”

Certa vez, um bhikkhu se encontrava doente. Os bhikkhus lhe disseram: “Venerável, você atingiu algum estado supra-humano?”

“Não é difícil declarar a outra margem.”

Ele tornou-se ansioso e pensou: “Aqueles que são verdadeiros discípulos do Abençoado podem dizer isso, mas eu não sou um destes. Será que eu cometi uma ofensa parajika, que implica a expulsão?” Ele informou o Abençoado.

“Qual foi a sua intenção, bhikkhu?”

“Eu não tinha a intenção de me enaltecer, Abençoado”.

“Não há ofensa quando não há intenção de se enaltecer.”

Certa vez, um bhikkhu se encontrava doente. Os bhikkhus lhe disseram: “Venerável, você atingiu algum estado supra-humano?”

“Um estado supra-humano é para ser alcançado por aquele que é energético.” Ele tornou-se ansioso…

“Não há ofensa quando não há intenção de se enaltecer.”

Certa vez, um bhikkhu se encontrava doente. Os bhikkhus lhe disseram: “Não tenha medo”.

“Eu não temo a morte.” Ele tornou-se ansioso…

“Não há ofensa quando não há intenção de se enaltecer.”

Certa vez, um bhikkhu se encontrava doente. Os bhikkhus lhe disseram: “Não tenha medo”.

“Só aquele que se arrepende teme.” Ele tornou-se ansioso…

“Não há ofensa quando não há intenção de se enaltecer.”

Certa vez, um bhikkhu se encontrava doente. Os bhikkhus lhe disseram: “Venerável, você atingiu algum estado supra-humano?”

“Um estado supra-humano é para ser alcançado por aquele que aplica-se justamente”. Ele tornou-se ansioso…

“Não há ofensa quando não há intenção de se enaltecer.”

Certa vez, um bhikkhu se encontrava doente. Os bhikkhus lhe disseram: “Venerável, você atingiu algum estado supra-humano?”

“Um estado supra-humano é para ser alcançado por aquele que é energético.” Ele tornou-se ansioso…

“Não há ofensa quando não há intenção de se enaltecer.”

Certa vez, um bhikkhu se encontrava doente. Os bhikkhus lhe disseram: “Venerável, você atingiu algum estado supra-humano?”,

“Um estado supra-humano é para ser alcançado por aquele que corretamente domina a si mesmo.” Ele tornou-se ansioso…

“Não há ofensa quando não há intenção de se enaltecer.”

Certa vez, um bhikkhu se encontrava doente. Os bhikkhus lhe disseram:

“Nós esperamos que você esteja aguentando, você se sente confortável?”

“Ninguém seria capaz de aguentar o que sinto.” Ele tornou-se ansioso…

“Não há ofensa quando não há intenção de se enaltecer.”

Certa vez, um bhikkhu se encontrava doente. Os bhikkhus lhe disse: “Nós esperamos que você esteja aguentando, você se sente confortável?”

“Ninguém seria capaz de aguentar o que sinto.” Ele tornou-se ansioso…

“Qual foi a sua intenção, bhikkhu?”

“Eu queria elogiar a mim mesmo, Abençoado.”

“Não houve uma ofensa parajika, que implica a expulsão, mas sim uma ofensa thullaccaya, uma ofensa grave.”

Certa vez, um brâmane convidou um grupo de bhikkhus: “Venham bons homens. Venham, arahants.”

Eles se tornaram ansiosos e disseram: “Nós não somos arahants, e ainda este brâmane fala conosco como se fôssemos. O que devemos fazer?” Eles informaram o Abençoado.

“Não há ofensa quando algo é dito por fé.”

Certa vez, um brâmane convidou um grupo de bhikkhus: “Venham bons homens, sentem-se. Venham, arahants, sentem-se.” … “Venham bons homens, comam. Venham, arahants, comam.” … “Venham bons homens, se satisfaçam. Venham, arahants, se satisfaçam.” … “Sigam, bons homens. Sigam, arahants.”

Eles se tornaram ansiosos e disseram: “Mas não somos arahants, e ainda este brâmane fala conosco como se fôssemos. O que devemos fazer?” Eles informaram o Abençoado.

“Não há ofensa quando algo é dito por fé.”

Certa vez, um bhikkhu alegou um estado supra-humano ao outro bhikkhu: “Eu abandonei as corrupções”. Ele tornou-se ansioso…

“Você cometeu uma ofensa parajika, que implica a expulsão.”

Certa vez, um bhikkhu alegou um estado supra-humano ao outro bhikkhu: “Eu tenho essas qualidades.” Ele tornou-se ansioso…

“Você cometeu uma ofensa parajika, que implica a expulsão.”

Certa vez, um bhikkhu alegou um estado supra-humano ao outro bhikkhu: “Eu estou em conformidade com estas qualidades.” Ele tornou-se ansioso…

“Você cometeu uma ofensa parajika, que implica a expulsão.”

Certa vez, os familiares de um bhikkhu disseram-lhe: “Venerável, passe a viver numa casa.”

“Alguém como eu é incapaz de viver em uma casa.” Ele tornou-se ansioso…

“Não há ofensa para quando não há intenção de se fazer uma alegação.”

Certa vez, os familiares de um bhikkhu disseram-lhe: “Venerável, passe a desfrutar os prazeres sensuais.”

“Os prazeres dos sentidos foram por mim abandonados.” Ele tornou-se ansioso…

“Não há ofensa para quando não há intenção de se fazer uma alegação.”

Certa vez, os familiares de um bhikkhu disseram-lhe: “Venha, Venerável, divirta-se.”

“Eu já me divirto com o prazer superior.”

Aqueles que são verdadeiros discípulos do Abençoado podem dizer isso, mas eu não sou um destes. Será que eu cometi uma ofensa parajika, que implica a expulsão?” Ele informou o Abençoado.

“Qual foi a sua intenção, bhikkhu?”

“Eu não tive a intenção de me enaltecer, Abençoado”.

“Não há ofensa quando não há intenção de se enaltecer.”

Certa vez, bhikkhus que começaram o retiro das chuvas em um determinado mosteiro fizeram este acordo: “Aquele que primeiro daqui partir será conhecido como um arahant.”

Um dos bhikkhus pensou: “Que eles me conheçam como um arahant”, sendo o primeiro a partir do mosteiro. Ele tornou-se ansioso…

“Você cometeu uma ofensa parajika, que implica a expulsão.”

Detalhes do casos, parte 2

Em certa ocasião, o Abençoado estava em Rājagaha, no Bambual, no Santuário dos Esquilos. Agora, naquela ocasião o Venerável Lakkhaṇa e o Venerável Mahāmoggallāna estavam na Montanha Pico do Abutre. Então, ao amanhecer, o Venerável Mahāmoggallāna se vestiu e tomando a tigela e o manto se aproximou do Venerável Lakkhaṇa e disse: “Venha, amigo Lakkhaṇa, vamos até Rājagaha esmolar alimentos.”

“Está bem, amigo,” o Venerável Lakkhaṇa respondeu.

Então enquanto descia da Montanha Pico do Abutre, o Venerável Mahāmoggallāna sorriu num certo lugar. O Venerável Lakkhaṇa disse: “Por que razão, amigo Moggallāna, você sorriu?”

“Este não é o momento para esse tipo de pergunta, amigo Lakkhaṇa. Pergunte-me isso quando estivermos na presença do Abençoado.”

Então, depois que o Venerável Lakkhaṇa e o Venerável Mahāmoggallāna haviam esmolado alimentos em Rājagaha e de haverem retornado, depois da refeição, eles foram até o Abençoado. Depois de cumprimentar o Abençoado, eles sentaram a um lado e o Venerável Lakkhaṇa disse para o Venerável Mahāmoggallāna:

“Enquanto descia da montanha Pico do Abutre, o Venerável Mahāmoggallāna sorriu num certo lugar. Por que razão, amigo Moggallāna, você sorriu?”

“Amigo, enquanto descia da Montanha Pico do Abutre, eu vi um esqueleto voando pelo ar. Abutres, corvos e falcões o perseguiam de perto, beliscavam entre as suas costelas, apunhalavam-no e rasgavam-no em pedaços, enquanto ele urrava de dor. Eu pensei: ‘De fato é espantoso! De fato é impressionante! Que esse tipo de ser possa existir, que possa existir um espírito assim, que possa haver esse tipo de existência!’”

Os bhikkhus se queixaram e o criticaram: “O Venerável Mahāmoggallāna está alegando um estado supra-humano.”

Então o Abençoado se dirigiu aos bhikkhus da seguinte forma:

“Bhikkhus, há discípulos que realizaram a visão, realizaram o conhecimento, de modo que esses discípulos são capazes de saber e ver e testemunhar esse tipo de vista. No passado, bhikkhus, eu também vi esse ser, mas não falei a respeito disso. Pois se eu tivesse falado a respeito disso, outros poderiam não ter acreditado em mim, e se eles não acreditassem em mim isso resultaria em dano e sofrimento para eles por muito tempo. Aquele ser, bhikkhus, era um açougueiro de vacas aqui mesmo em Rājagaha. Tendo sido atormentado no inferno por muitos anos, muitas centenas de anos, muitos milhares de anos, muitas centenas de milhares de anos, como resultado desse kamma e como resíduo desse kamma, ele agora está experimentando esse tipo de existência. Moggallāna falou com sinceridade, ele não cometeu ofensa qualquer.”

“Amigo, enquanto descia da Montanha Pico do Abutre, eu vi um aglomerado de carne voando pelo ar. Abutres, corvos e falcões o perseguiam de perto, beliscavam entre as suas costelas, apunhalavam-no e rasgavam-no em pedaços, enquanto ele urrava de dor…

“Aquele ser, bhikkhus, era um açougueiro de vacas aqui mesmo em Rājagaha …”

“Amigo, enquanto descia da Montanha Pico do Abutre, eu vi um punhado de carne voando pelo ar. Abutres, corvos e falcões o perseguiam de perto, beliscavam entre as suas costelas, apunhalavam-no e rasgavam-no em pedaços, enquanto ele urrava de dor…

“Aquele ser, bhikkhus, era um açougueiro de aves aqui mesmo em Rājagaha …”

“Amigo, enquanto descia da Montanha Pico do Abutre, eu vi um homem esfolado voando pelo ar. Abutres, corvos e falcões o perseguiam de perto, beliscavam entre as suas costelas, apunhalavam-no e rasgavam-no em pedaços, enquanto ele urrava de dor…

“Aquele ser, bhikkhus, era um açougueiro de cabras aqui mesmo em Rājagaha …”

“Amigo, enquanto descia da Montanha Pico do Abutre, eu vi um homem que tinha o corpo coberto de espadas voando pelo ar. Aquelas espadas perfuravam e atravessavam o seu corpo enquanto ele urrava de dor…

“Aquele ser, bhikkhus, era um açougueiro de porcos aqui mesmo em Rājagaha …”

“Amigo, enquanto descia da Montanha Pico do Abutre, eu vi um homem que tinha o corpo coberto de facas voando pelo ar. Aquelas facas perfuravam e atravessavam o seu corpo enquanto ele urrava de dor…

“Aquele ser, bhikkhus, era um caçador aqui mesmo em Rājagaha …”

“Amigo, enquanto descia da Montanha Pico do Abutre, eu vi um homem que tinha o corpo coberto de flechas voando pelo ar. Aquelas flechas perfuravam e atravessavam o seu corpo enquanto ele urrava de dor…

“Aquele ser, bhikkhus, era um torturador aqui mesmo em Rājagaha …”

“Amigo, enquanto descia da Montanha Pico do Abutre, eu vi um homem que tinha o corpo coberto de agulhas voando pelo ar. Aquelas agulhas perfuravam e atravessavam o seu corpo enquanto ele urrava de dor…

“Aquele ser, bhikkhus, era um treinador de cavalos aqui mesmo em Rājagaha …”

“Amigo, enquanto descia da Montanha Pico do Abutre, eu vi um homem que tinha o corpo costurado por agulhas voando pelo ar. Aquelas agulhas perfuravam e atravessavam o seu corpo—sua cabeça, sua boca, seu torso, sua barriga, suas pernas, seus pés—enquanto ele urrava de dor…

“Aquele ser, bhikkhus, era um caluniador aqui mesmo em Rājagaha …”

“Amigo, enquanto descia da Montanha Pico do Abutre, eu vi um homem que tinha testículos como fardo voando pelo ar. Quando ele se movia ele tinha que levar seus testículos em seus ombros, quando ele sentava ele tinha que se sentar sobre seus testículos. Abutres, corvos e falcões o perseguiam de perto, beliscavam entre as suas costelas, apunhalavam-no e rasgavam-no em pedaços, enquanto ele urrava de dor…

“Aquele ser, bhikkhus, era um magistrado corrupto aqui mesmo em Rājagaha …”

“Amigo, enquanto descia da Montanha Pico do Abutre, eu vi um homem submerso dos pés à cabeça em um poço de estrume…”

“Aquele ser, bhikkhus, era um indivíduo adúltero aqui mesmo em Rājagaha …”

“Amigo, enquanto descia da Montanha Pico do Abutre, eu vi um homem submerso dos pés à cabeça em um poço de estrume, comendo aquele mesmo estrume com suas mãos …”

“Aquele ser, bhikkhus, era um brâmane profano aqui mesmo em Rājagaha. Na época do Buda Kassapa aquele brâmane uma vez convidou a sangha dos bhikkhus para uma refeição. Ele encheu uma calha com esterco, anunciou que havia chegado a hora e disse para os bhikkhus: ‘Senhores, comam tanto quanto vocês quiserem e levem o resto com vocês’….

“Amigo, enquanto descia da Montanha Pico do Abutre, eu vi um mulher esfolada voando pelo ar. Abutres, corvos e falcões a perseguiam de perto, beliscavam entre as suas costelas, apunhalavam-na e rasgavam-na em pedaços, enquanto ela urrava de dor…

“Aquele ser, bhikkhus, era uma mulher adúltera aqui mesmo em Rājagaha …”

“Amigo, enquanto descia da Montanha Pico do Abutre, eu vi um mulher feia e malcheirosa voando pelo ar. Abutres, corvos e falcões a perseguiam de perto, beliscavam entre as suas costelas, apunhalavam-na e rasgavam-na em pedaços, enquanto ela urrava de dor…

“Aquele ser, bhikkhus, era uma vidente aqui mesmo em Rājagaha …”

“Amigo, enquanto descia da Montanha Pico do Abutre, eu vi um mulher com corpo assado, escaldada e coberta de fuligem, voando pelo ar. Abutres, corvos e falcões a perseguiam de perto, beliscavam entre as suas costelas, apunhalavam-na e rasgavam-na em pedaços, enquanto ela urrava de dor…

“Aquele ser, bhikkhus, era a rainha do rei de Kāliṅga. Por ciúmes, ela se desfez de sua rival derramando um pote de brasa sobre ela…”

“Amigo, enquanto descia da Montanha Pico do Abutre, eu vi um homem decapitado voando pelo ar. Seus olhos e boca se encontravam em seu tórax. Abutres, corvos e falcões o perseguiam de perto, beliscavam entre as suas costelas, apunhalavam-no e rasgavam-no em pedaços, enquanto ele urrava de dor…

“Aquele ser, bhikkhus, era um um carrasco chamado Hārika aqui mesmo em Rājagaha …”

“Amigo, enquanto descia da Montanha Pico do Abutre, eu vi um bhikkhu voando pelo ar. Seus mantos, sua tigela, seu cinto e seu corpo ardiam em fogo, enquanto ele urrava de dor…

“Aquele ser, bhikkhus, foi um bhikkhu impostor na época do Buda Kassapa.”

“Amigo, enquanto descia da Montanha Pico do Abutre, eu vi uma bhikkhuni … uma bhikkhuni noviça … um samanera… uma samaneri voando pelo ar. ASeus mantos, sua tigela, seu cinto e seu corpo ardiam em fogo, enquanto ela urrava de dor. Eu pensei: ‘De fato é espantoso! De fato é impressionante! Que esse tipo de ser possa existir, que possa existir um espírito assim, que possa haver esse tipo de existência!’”

Os bhikkhus se queixaram e o criticaram: “O Venerável Mahāmoggallāna está alegando um estado supra-humano.”

Então o Abençoado se dirigiu aos bhikkhus da seguinte forma:

“Bhikkhus, há discípulos que realizaram a visão, realizaram o conhecimento, de modo que esses discípulos são capazes de saber e ver e testemunhar esse tipo de vista. No passado, bhikkhus, eu também vi esse ser, mas não falei a respeito disso. Pois se eu tivesse falado a respeito disso, outros poderiam não ter acreditado em mim, e se eles não acreditassem em mim isso resultaria em dano e sofrimento para eles por muito tempo. Aquele ser, bhikkhus, foi na época do Buda Kassapa uma bhikkhuni noviça má. Tendo sido atormentada no inferno por muitos anos, muitas centenas de anos, muitos milhares de anos, muitas centenas de milhares de anos, como resultado desse kamma e como resíduo desse kamma, ela agora está experimentando esse tipo de existência. Moggallāna falou com sinceridade, ele não cometeu ofensa qualquer.”

Uma vez, o Venerável Mahāmoggallāna disse aos bhikkhus: 

“Esta fonte em Tapodā flui de um lago plácido e belo—de água clara, límpida e cristalina—de margens suaves e agradáveis, com uma abundância de peixes e tartarugas e onde crescem enormes flores de lótus. E mesmo assim a água que sai da fonte Tapodā é quente.”

Os bhikkhus se queixaram e o criticaram: “O Venerável Mahāmoggallāna está alegando um estado supra-humano.”

“Bhikkhus, esta fonte em Tapodā flui de um lago plácido e belo—de água clara, límpida e cristalina—de margens suaves e agradáveis, com uma abundância de peixes e tartarugas e onde crescem enormes flores de lótus. Mas antes de aqui aflorar, a água que surge em Tapodā corre entre os dois grandes infernos, por isso ela é quente. Moggallāna falou com sinceridade, ele não cometeu ofensa qualquer.”

Certa vez, o rei Seniya Bimbisāra de Magadha foi derrotado em batalha pelos Licchavīs. Mas ele reuniu seus exércitos e acabou por vencer os Licchavīs. As pessoas ficaram encantadas e espalharam a notícia: “Os Licchavīs foram derrotados pelo rei!”

Certa vez, o Venerável Mahāmoggallāna disse aos bhikkhus: “O rei foi derrotado pelo Licchavīs.”

Os bhikkhus se queixaram e o criticaram: “Como pode o Venerável Mahāmoggallāna ter dito, ‘o rei foi derrotado pelo Licchavīs’, enquanto as pessoas se encontram felizes e espalham a notícia ‘Os Licchavīs foram derrotados pelo rei’? O Venerável Mahāmoggallāna está alegando um estado supra-humano.” Eles informaram o Abençoado do ocorrido.

“Bhikkhus, primeiro o rei foi derrotado pelo Licchavīs, mas depois ele reuniu seus exércitos e acabou por vencer os Licchavīs. Moggallāna falou com sinceridade, ele não cometeu ofensa qualquer.”

Certa vez, o Venerável Mahāmoggallāna disse aos bhikkhus: “Depois de ter atingido uma quietude imperturbável nas margens do Rio Sappinikā, ouvi um som como o de elefantes se banhando.”

Os bhikkhus se queixaram e o criticaram: “Como pode o Venerável Mahāmoggallāna dizer tal coisa? O Venerável Mahāmoggallāna está alegando um estado supra-humano.” Eles informaram o Abençoado do ocorrido.

“Bhikkhus, de fato há tal uma quietude, mas ela não é inteiramente purificada. Moggallāna falou com sinceridade, ele não cometeu ofensa qualquer.”

Certa vez, o Venerável Sobhita disse aos bhikkhus: “Eu me recordo de quinhentos ciclos cósmicos.”

Os bhikkhus se queixaram e o criticaram: “Como pode o Venerável Sobhita dizer: ‘Eu me recordo de quinhentos ciclos cósmicos’? O Venerável Sobhita está alegando um estado supra-humano.” Eles informaram o Abençoado do ocorrido.

“Bhikkhus, de fato Sobhita tem essa capacidade, e isso foi apenas um nascimento. Sobhita falou com sinceridade, ele não cometeu ofensa qualquer.”

Aqui termina a seção sobre a quarta das regras pārājika, que implicam a expulsão.

“Veneráveis, as quatro regras parajika, que envolvem a expulsão foram recitadas. Se um bhikkhu cometer qualquer uma delas, ele está expulso, passa a não mais fazer parte da Sangha. Tanto antes como depois, ele está expulso, passa a não mais fazer parte da Sangha. Em relação a isto, eu lhes pergunto: ‘Vocês são puros destas ofensas?’ Uma segunda vez, eu lhes pergunto: ‘Vocês são puros destas ofensas?’ Uma terceira vez, eu lhes pergunto: ‘Vocês são puros destas ofensas?’ Vocês se encontram puros destas ofensas e, portanto, ficaram em silêncio. Assim lembrarei disto.”

Aqui termina a seção sobre as regras pārājika, que implicam a expulsão.

Este é o Resumo:

Atos sexuais, tomar aquilo que não foi oferecido,
Matar um ser humano e alegação de estados supra-humanos;
Estas são as quatro ofensas que implicam a expulsão,
A fundação é sem dúvida destruída.

Aqui termina a o capítulo sobre as regras pārājika, que implicam a expulsão.