COLEÇÃO DAS REGRAS MONÁSTICAS DO BUDISMO THERAVĀDA

O Código de Disciplina Monástica dos Bhikkhus

Regras Saṅghādisesā 6: Construção de cabanas (Kuṭi)

História de origem

Em certa ocasião o Abençoado estava em Rajagaha no Bambual, no Santuário dos Esquilos. Agora, naquela ocasião os bhikkhus de Āḷavī construíam cabanas arrecadando doações. As cabanas eram destinadas a eles mesmos, não tinham proprietário patrocinador e eram de tamanho inadequado. Além disso, a construção destas nunca se concluía, e como resultado os bhikkhus viviam pedindo e solicitando: “Ceda-nos um homem, um servo, dê-nos um boi, um carro de mão, um enxó, um machado, uma machete, uma pá, um cinzel, uma trepadeira, um pé de bambu, grama muñja, grama babbaja, grama tiṇa, argila.” As pessoas se sentiam oprimidas por tantos pedidos e solicitações, tanto que quando elas viam um bhikkhu elas tornavam alarmadas, temerosas, e fugiam, tomando um caminho diferente, se afastando e fechando suas portas. Mesmo quando viam vacas elas fugiam, tendo visões de que elas eram bhikkhus.

Naquela época, o Venerável Mahākassapa, após ter passado a estação chuvosa em Rājagaha, seguiu para Āḷavī. Caminhando em etapas, ele finalmente chegou em Āḷavī, onde permaneceu no santuário de Aggāḷava. Então, depois de se vestir pela manhã, o Venerável Mahākassapa tomou sua tigela e manto e foi para Āḷavī para esmolar alimentos. Quando as pessoas viram o Venerável Mahākassapa elas se tornaram alarmadas, temerosas, e fugiram, tomando um caminho diferente, se afastando e fechando suas portas. Após ter esmolado alimentos e comido sua refeição, o Venerável Mahākassapa retornou e disse aos bhikkhus:

“Anteriormente em Āḷavī havia fartura de alimentos, comida esmolada era fácil de se obter, viver de esmolas não era um problema. Mas agora em Āḷavī há escassez de comida esmolada, não é fácil viver de esmolas. Por que isso?" E os bhikkhus relataram ao Venerável Mahākassapa o que havia se passado.

Naquela época, após ter estado em Rājagaha por tanto tempo quanto ele quis, o Abençoado também seguiu para Āḷavī. Caminhando em etapas, ele finalmente chegou em Āḷavī, e ele também se estabeleceu no santuário de Aggāḷava.

O Venerável Mahākassapa então se aproximou do Abençoado, o homenageou e e se sentou a um lado. E ele relatou ao Abençoado o que havia se passado. O Abençoado então convocou a Sangha dos bhikkhus e questionou os bhikkhus de Āḷavī: “É verdade, bhikkhus, que vocês estão construindo cabanas destinadas a si mesmos, sem um proprietário patrocinador e de de tamanho inadequado? E devido ao fato de que a construção destas nunca se concluí, vocês vivem pedindo e solicitando todo tipo de coisas, e as pessoas se sentem oprimidas ao ponto de agora elas evitarem os bhikkhus?”

“É verdade, mestre.”

O Buda então os repreendeu: “…Homens tolos, como puderam vocês agir desta forma? Isto não fará surgir fé naqueles ainda sem fé…” E após os repreender, o Abençoado se dirigiu aos bhikkhus, deu um ensinamento e então relatou o que segue:

Relato Jataka

“Certa vez, bhikkhus, dois sábios que eram irmãos viviam perto do rio Ganges. Em uma ocasião o rei Naga Maṇikaṇṭha emergiu do Ganges e aproximou-se do mais jovem dos dois sábios, rodeando este sete vezes e abrindo seu grande capelo sobre sua cabeça. Então, devido ao medo adquirido por aquele Naga, o jovem sábio tornou-se magro, abatido e pálido, tendo membros marcados por veias salientes e visíveis. O irmão mais velho assim o viu e lhe perguntou qual era o problema. O jovem irmão lhe contou o que se passara e o sábio mais velho lhe perguntou: 'Você deseja que o Naga não mais volte?'”

“Sim.”

“Pois bem, você viu se aquele Naga tinha alguma posse?”

“Sim, eu vi uma bela joia em seu pescoço.”

“Nesse caso, peça ao Naga essa joia.”

“Pouco tempo depois, o rei Naga Maṇikaṇṭha emergiu mais uma vez do Ganges, aproximou-se do sábio mais jovem e ficou a um lado. O sábio lhe disse: “Senhor, dê-me esta joia; eu quero esta joia.” E o Naga pensou: “Este sábio está pedindo por minha a joia”, e rapidamente partiu.

“Uma outra vez, o rei Naga Maṇikaṇṭha emergiu do Ganges e aproximou-se do sábio mais jovem. O sábio o viu chegando e lhe disse: “Senhor, dê-me esta joia; eu quero esta joia.” Quando o Naga o ouviu, ele logo partiu.

“Mais uma vez, o rei Naga Maṇikaṇṭha emergiu do Ganges e aproximou-se do sábio mais jovem. O sábio o viu chegando e lhe disse: “Senhor, dê-me esta joia; eu quero esta joia.” Então, o Rei Naga falou nestes versos para o sábio:

'Minha comida e a bebida são abundantes e sublimes,
E elas aparecem por causa desta joia.
Eu não lhe darei coisa alguma—você pede demais,
Nem tampouco eu retornarei ao seu eremitério.

“Como um garoto segurando uma espada afiada,
Você me assusta, pedindo por esta pedra.
Eu não lhe darei coisa alguma—você pede demais,
Nem tampouco eu retornarei para seu eremitério.”

“E o rei Naga Maṇikaṇṭha pensou: “Este sábio está pedindo por minha a joia; ele quer a joia”, e dali partiu sem nunca mais voltar.”

“Por ter deixado de ver aquele lindo Naga, o sábio jovem tornou-se ainda mais magro, abatido e pálido, tendo membros ainda mais marcados por veias salientes e visíveis. O sábio mais velho viu aquilo e perguntou qual era o problema. Ele respondeu: “Assim estou por não mais poder ver aquele belo Naga”. O velho sábio então falou com ele em versos:

“Não é adequado pedir daquele cujo afeto se deseja;
Aquele que pede demais acaba sendo detestado.
O Naga, tendo sua joia sido solicitada pelo brâmane,
Partiu e nunca mais foi visto.”

“Bhikkhus, se até mesmo os animais detestam aquele que pede e solicita, o que dizer dos humanos.”

História

“Certa vez, bhikkhus, um certo bhikkhu vivia em um bosque nas encostas do Himalaia. Numa baixada não muito longe esse bosque se encontrava um grande pântano. Um grande bando de pássaros, após passar o dia se alimentando naquele pântano, entrava no bosque para se alojar e passar a noite. Aquele bhikkhu se incomodou pelo barulho dos pássaros reunidos no bosque, e então ele veio me ver. Ele prestou homenagem a mim, sentou-se a um lado, e então eu lhe disse: 'Espero que você esteja bem, bhikkhu, espero que você tenha conforto. Espero que a viagem não lhe tenha cansado. De onde você vem?'”

“Eu estou bem, Venerável, tenho conforto, e não me encontro cansado por causa da viagem. Numa baixada nas encostas do Himalaia, há um grande bosque com um grande pântano nas proximidades. Um grande bando de pássaros, após passar o dia se alimentando naquele pântano, entra no bosque para se alojar e passar a noite. É de lá que venho, Abençoado, e eu de lá eu saí perturbado pelo barulho daquele bando de aves.”

“Você deseja que aquele bando de aves não volte?”

“Sim, Abençoado.”

“Pois bem, volte para o bosque e na primeira vigília da noite diga isto três vezes: “Ouçam-me, bons pássaros. Peço que cada um de vocês que se abrigam neste bosque me ceda uma pluma. Cada um de vocês deve me dar uma pena.” E faça isto novamente na segunda e terceira vigílias da noite.

“O bhikkhu então retornou para o bosque e fez como instruído. E naquele bando de aves ocorreu o seguinte pensamento: “Este bhikkhu pede por uma pluma; ele quer uma pluma”, e então eles deixaram aquele bosque sem nunca mais voltar. Bhikkhus, se até mesmo os animais detestam aquele que pede e solicita, o que dizer dos humanos.”

“Uma vez, o pai de Raṭṭhapāla falou ao filho em versos:

'Raṭṭhāpāla, todas essas pessoas
Que vem até mim pedir e solicitar—
eu sequer as conheço;
Por qual razão você não pede e solicita a mim?'

'Aquele que pede e solicita não é querido,
E tampouco é querido aquele que não dá quando solicitado.
É por isso que eu não peço de você;
Por favor, não me odeie por isso'—respondeu Raṭṭhāpāla.

“Se Raṭṭhapāla, que veio de uma boa família, pôde falar desta forma ao seu pai, o que pode então as pessas dizerem entre si.”

Bhikkhus, é difícil aos chefes de família adquirir e proteger suas posses. Mesmo assim, homens tolos, vocês pediram e solicitaram todo tipo de coisas. Isto não fará surgir fé naqueles ainda sem fé… E então, bhikkhus, esta regra de treinamento deve ser assim recitada:

Regra final

“Quando um bhikkhu, através de pedidos e solicitações, constrói uma cabana sem um proprietário patrocinador e destinada a si mesmo, esta deve ter dimensão igual ou inferior a 3 metros de comprimento por 1,75 metros de largura. Ele deve obter de outros bhikkhus a aprovação de um local para a construção desta onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao redor. Se um bhikkhu construir, através de pedidos e solicitações, uma cabana em um local onde será feito mal e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, não obtendo de outros bhikkhus a aprovação para o seu lugar de construção, e excedendo os limite de tamanho, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão.”

Definições

Através de pedidos e solicitações: ele pede e solicita que lhe seja cedido um homem, um servo, ou que seja dado um boi, um carro de mão, um enxó, um machado, uma machete, uma pá, um cinzel, uma trepadeira, um pé de bambu, grama muñja, grama babbaja, grama tiṇa, argila.

Uma cabana: um alojamento individual feito de pau-a-pique ou material equivalente ou similar, uma kuṭi.

Construir: ergue ele mesmo ou consegue alguém que o faça.

Sem um proprietário patrocinador: a construção não envolve outrem, seja um homem, uma mulher, um chefe de família ou alguém que tenha adotado a vida santa.

Destinada a si mesmo: para uso próprio.

3 metros de comprimento: medidos do lado de fora.

1,75 metros de largura: medidos de dentro.

Obtem de outros bhikkhus a aprovação de um local para construção:

O bhikkhu que está construindo a cabana deve ter o local preparado e, em seguida abordar a Sangha dos bhikkhus e—colocando seu manto sobre um ombro, prestando homenagem aos pés dos bhikkhus sêniores—ajoelhar-se, levantar as mãos juntas em anjali, e dizer: “Veneráveis, eu desejo, através de pedidos e solicitações, construir uma cabana sem um proprietário patrocinador a ser destinada ao meu uso. Solicito que a Sangha inspecione o local escolhido para a cabana.” Ele deverá fazer seu pedido uma segunda e uma terceira vez. Se toda a Sangha for capaz de inspecionar o local, eles devem ir. Se toda a Sangha não for capaz de inspecionar o local então os bhikkhus que forem experientes e competentes—que sabem onde mal será feito e onde nenhum mal será feito, e se haverá ou não espaço suficiente ao seu redor—devem ser consultados e então nomeados.

E, bhikkhus, eles devem ser nomeados dessa forma: Um bhikkhu experiente e competente deve informar a Sangha:

“Veneráveis, possa a Sangha me escutar. Tal e tal bhikkhu deseja construir, através de pedidos e solicitações, uma cabana sem um proprietário patrocinador a ser destinada ao seu uso. Ele solicita que a Sangha inspecione o local para a construção da cabana. Se conveniente para a Sangha, esta deve nomear tais e tais bhikkhus para a inspeção do local. Esta é a moção.”

“Veneráveis, possa a Sangha me escutar. Tal e tal bhikkhu deseja construir, através de pedidos e solicitações, uma cabana sem um proprietário patrocinador a ser destinada ao seu uso. Ele solicita que a Sangha inspecione o local para a construção da cabana. A Sangha nomeia tais e tais bhikkhus para a inspeção do local. Aqueles que aprovarem a nomeação de tais e tais bhikkhus para inspecionar o local para a construção da cabana devem permanecer em silêncio. Aqueles que não aprovarem devem dizê-lo.”

“Tais e tais bhikkhus foram nomeados pela Sangha para inspecionar o local para a construção da cabana de tal e tal bhikkhu. A Sangha aprova e portanto não se pronuncia. Assim me lembrarei.”

“Os bhikkhus nomeados devem ir até o local para a construção da cabana, inspeccioná-la, conferir se nenhum mal será feito e se há espaço suficiente ao seu redor. Se mal será feito ou se não há espaço suficiente ao seu redor, eles devem dizer: 'Não construa aqui.' Se nenhum mal será feito e se houver espaço suficiente ao seu redor, eles devem informar a Sangha: 'Nenhum mal será feito e há espaço suficiente ao seu redor.' O bhikkhu que está construindo a cabana deverá então abordar a Sangha dos bhikkhus—colocando seu manto sobre um ombro, prestando homenagem aos pés dos bhikkhus sêniores—ajoelhar-se, levantar as mãos juntas em anjali, e dizer: 'Veneráveis, é meu desejo construir, através de pedidos e solicitações, uma cabana sem um proprietário patrocinador a ser destinada ao meu uso. Solicito que a Sangha aprove o local escolhido para a cabana.' Ele deverá fazer este pedido uma segunda e uma terceira vez.

Um bhikkhu experiente e competente deve em seguida informar a Sangha: “Veneráveis, possa a Sangha me escutar. Tal e tal bhikkhu deseja construir, através de pedidos e solicitações, uma cabana sem um proprietário patrocinador a ser destinada ao seu uso. Ele solicita que a Sangha aprove o local escolhido para a cabana. Se a Sangha achar conveniente a Sangha deve aprovar o local. Esta é a moção.”

“Veneráveis, possa a Sangha me escutar. Tal e tal bhikkhu, através de pedidos e solicitações, deseja construir uma cabana sem um proprietário patrocinador a ser destinada ao seu uso. Ele solicita que a Sangha aprove o local escolhido para a cabana. A Sangha aprova o local escolhido para a cabana de tal e tal bhikkhu. Qualquer bhikkhu de acordo com a aprovação do local escolhido para a cabana deve permanecer em silêncio. Quaisquer bhikkhu em desacordo deve dizê-lo.”

“O local escolhido para a cabana de tal e tal bhikkhu foi aprovado pela Sangha. A Sangha aprova e portanto permanece em silência. Assim me lembrarei.”

Onde mal será feito: o local serve de morada para formigas, cupins, ratos, cobras, escorpiões, centopeias, elefantes, cavalos, leões, tigres, leopardos, ursos, ou hienas ou quaisquer outros animais; ou se encontra próxima de um campo de cereais, uma horta de legumes, um abatedouro, um local de execução, um cemitério, um parque, uma propriedade real, um estábulo para elefantes, um estábulo para cavalos, uma prisão, um bar, um matadouro, uma estrada, uma encruzilhada, um fórum ou um beco sem saída — a isto se denomina um local “onde mal será feito.”

Não dispondo de espaço suficiente ao seu redor: não é possível andar ao seu redor com um carrinho de mão ou com uma escada, a isto se refere a expressão “não dispondo de espaço suficiente ao seu redor.”

Onde nenhum mal será feito: o local não serve de morada para formigas, cupins, ratos, cobras, escorpiões, centopeias, elefantes, cavalos, leões, tigres, leopardos, ursos, ou hienas ou quaisquer outros animais; nem tampouco se encontra próxima de um campo de cereais, uma horta de legumes, um abatedouro, um local de execução, um cemitério, um parque, uma propriedade real, um estábulo para elefantes, um estábulo para cavalos, uma prisão, um bar, um matadouro, uma estrada, uma encruzilhada, um fórum ou um beco sem saída—a isto se denomina um local “onde nenhum mal será feito.”

Que dispõe de espaço suficiente ao seu redor: é possível andar ao seu redor com um carrinho de mão ou com uma escada, a isto se refere a expressão “que dispõe de espaço suficiente ao seu redor.”

Através de pedidos e solicitações: ele pede e solicita que lhe seja cedido um homem, um servo, ou que seja dado um boi, um carro de mão, um enxó, um machado, uma machete, uma pá, um cinzel, uma trepadeira, um pé de bambu, grama muñja, grama babbaja, grama tiṇa, argila.

Uma cabana: um alojamento individual feito de pau-a-pique ou material equivalente ou similar, uma kuṭi.

Construir: ergue ele mesmo ou consegue alguém que o faça.

Não obtendo de outros bhikkhus a aprovação para o seu lugar de construção, e excedendo os limite de tamanho: se o local escolhido para a cabana não foi aprovado através de um procedimento formal que envolve uma moção e três proclamações, ou ele constrói uma cabana, ou consegue que alguém a construa para si, excedendo as dimensões permitidas, mesmo que por uma diferença equivalente à grossura de um fio de cabelo, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão, só pelo esforço da ação. Quando se falta apenas uma peça para completar a construção cabana, ele comete uma ofensa thullaccayya, uma ofensa grave. Quando a última peça for concluída, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão.

Uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão: apenas a sangha dos bhikkhus—e não um grupo de bhikkhus ou um bhikkhu apenas—pode declarar a penitência devida, suspender e estabelecer a reinclusão na sangha. Portanto é dito que se comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão, este é o nome e definição desta classe de ofensas. Desta forma, igualmente, isto é o que se entende por cometer uma “ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão.”

Permutações

Permutações parte 1

Construindo ele mesmo

Se um bhikkhu constrói ele mesmo uma cabana num local não aprovado, onde mal será feito, e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão, e duas ofensas dukkata, de transgressão. Se um bhikkhu constrói ele mesmo uma cabana num local não aprovado, onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão, e uma ofensa dukkata, de transgressão. Se um bhikkhu constrói ele mesmo uma cabana num local não aprovado, onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve suspensão e uma ofensa dukkata, de transgressão. Se um bhikkhu constrói ele mesmo uma cabana num local não aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão.

Se um bhikkhu constrói ele mesmo uma cabana num local aprovado, onde mal será feito, e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete duas ofensas dukkata, de transgressão. Se um bhikkhu constrói ele mesmo uma cabana num local aprovado, onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão. Se um bhikkhu constrói ele mesmo uma cabana num local aprovado, onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão. Se um bhikkhu constrói ele mesmo uma cabana num local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, não há ofensa.

Se um bhikkhu constrói ele mesmo uma cabana que excede o limite de tamanho, onde mal será feito, e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão, e duas ofensas dukkata, de transgressão. Se um bhikkhu constrói ele mesmo uma cabana que excede o limite de tamanho, onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão, e uma ofensa dukkata, de transgressão. Se um bhikkhu constrói ele mesmo uma cabana que excede o limite de tamanho, onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve suspensão e uma ofensa dukkata, de transgressão. Se um bhikkhu constrói ele mesmo uma cabana que excede o limite de tamanho, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão.

Se um bhikkhu constrói ele mesmo uma cabana que está dentro do limite de tamanho, mas é situada onde mal será feito e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete duas ofensas dukkata, de transgressão. Se um bhikkhu constrói ele mesmo uma cabana que está dentro do limite de tamanho, onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão. Se um bhikkhu constrói ele mesmo uma cabana que está dentro do limite de tamanho, onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão. Se um bhikkhu constrói ele mesmo uma cabana que está dentro do limite de tamanho, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, não há ofensa.

Se um bhikkhu constrói ele mesmo uma cabana num local não aprovado, excedendo o limite de tamanho, situada onde mal será feito, e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete duas ofensas sanghadisesa e duas ofensas dukkata. Se um bhikkhu constrói ele mesmo uma cabana num local não aprovado, que excede o limite de tamanho, onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete duas ofensas sanghadisesa e uma ofensa dukkata, de transgressão. Se um bhikkhu constrói ele mesmo uma cabana num local não aprovado, que excede o limite de tamanho, onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete duas ofensas sanghadisesa e uma ofensa dukkata, de transgressão. Se um bhikkhu constrói ele mesmo uma cabana num local não aprovado, que excede o limite de tamanho, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete duas ofensas sanghadisesa.

Se um bhikkhu constrói ele mesmo uma cabana num local aprovado, dentro do limite de tamanho, mas é situada onde mal será feito e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete duas ofensas dukkata, de transgressão. Se um bhikkhu constrói ele mesmo uma cabana num local aprovado, dentro do limite de tamanho, onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão. Se um bhikkhu constrói ele mesmo uma cabana num local aprovado, dentro do limite de tamanho, onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão. Se um bhikkhu constrói ele mesmo uma cabana num local aprovado, dentro do limite de tamanho, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, não há ofensa.

Nomeando alguém para a construção

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana. Se a cabana é construída num local não aprovado, onde mal será feito, e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão, e duas ofensas dukkata, de transgressão. … onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão, e uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão, e uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana. Se a cabana é construída num local aprovado, onde mal será feito, e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete duas ofensas dukkata, de transgressão. … onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, não há ofensa.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana. Se a cabana é construída excedendo o limite de tamanho e onde mal será feito, não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão, e duas ofensas dukkata, de transgressão. … onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão, e uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão, e uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana. Se a cabana é construída dentro do limite de tamanho mas onde mal será feito e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete duas ofensas dukkata, de transgressão. … onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, não há ofensa.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana. Se a cabana é construída num local não aprovado, excedendo o limite de tamanho, situada onde mal será feito, e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete duas ofensas sanghadisesa e duas ofensas dukkata. … onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete duas ofensas sanghadisesa e uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, duas ofensas sanghadisesa e uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete duas ofensas sanghadisesa.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana. Se a cabana é construída num local aprovado e dentro do limite de tamanho, mas é situada onde mal será feito e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete duas ofensas dukkata, de transgressão. … onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, não há ofensa.

Partindo sem instruir o procedimento de construção adequado

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta, sem instruir que esta seja construída em um local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se a cabana é construída num local não aprovado, onde mal será feito, e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão, e duas ofensas dukkata, de transgressão. … onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão, e uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão, e uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta, sem instruir que esta seja construída em um local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se a cabana é construída num local aprovado, onde mal será feito, e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete duas ofensas dukkata, de transgressão. … onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, não há ofensa.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta, sem instruir que esta seja construída em um local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se a cabana é construída uma cabana que excede o limite de tamanho, onde mal será feito, e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão, e duas ofensas dukkata, de transgressão. … onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão, e uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão, e uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta, sem instruir que esta seja construída em um local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se a cabana construída está dentro do limite de tamanho, mas é situada onde mal será feito e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete duas ofensas dukkata, de transgressão. … onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, não há ofensa.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta, sem instruir que esta seja construída em um local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se a cabana é construída num local não aprovado, excedendo o limite de tamanho, situada onde mal será feito, e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete duas ofensas sanghadisesa e duas ofensas dukkata. … onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete duas ofensas sanghadisesa e uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, duas ofensas sanghadisesa e uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete duas ofensas sanghadisesa.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta, sem instruir que esta seja construída em um local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se a cabana é construída num local aprovado e dentro do limite de tamanho, mas é situada onde mal será feito e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete duas ofensas dukkata, de transgressão. … onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, não há ofensa.

Sendo informado de um procedimento errôneo de construção após partir

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta. Ele instrui que esta seja construída em um local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, mas esta é construída num local não aprovado, onde mal será feito, e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se isto chega ao conhecimento do bhikkhu, ele deve ir até o local ele mesmo ou enviar uma mensagem, e ele deve instruir que esta seja construída num local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se ele não vai ou nem mesmo envia uma mensagem, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta. Ele instrui que esta seja construída em um local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, mas esta é construída num local não aprovado, onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se isto chega ao conhecimento do bhikkhu, ele deve ir até o local ele mesmo ou enviar uma mensagem, e ele deve instruir que esta seja construída num local aprovado, e onde nenhum mal será feito. Se ele não vai ou nem mesmo envia uma mensagem, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta. Ele instrui que esta seja construída em um local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, mas esta é construída num local não aprovado, onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se isto chega ao conhecimento do bhikkhu, ele deve ir até o local ele mesmo ou enviar uma mensagem, e ele deve instruir que esta seja construída num local aprovado e dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se ele não vai ou nem mesmo envia uma mensagem, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta. Ele instrui que esta seja construída em um local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, mas esta é construída num local não aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se isto chega ao conhecimento do bhikkhu, ele deve ir até o local ele mesmo ou enviar uma mensagem, e ele deve instruir que esta seja construída num local aprovado. Se ele não vai ou nem mesmo envia uma mensagem, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta. Ele instrui que esta seja construída em um local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, mas esta é construída num local aprovado, onde mal será feito, e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se isto chega ao conhecimento do bhikkhu, ele deve ir até o local ele mesmo ou enviar uma mensagem, e ele deve instruir que esta seja construída um onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se ele não vai ou nem mesmo envia uma mensagem, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta. Ele instrui que esta seja construída em um local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, mas esta é construída num local aprovado, dispondo de espaço suficiente ao seu redor, mas onde mal será feito. Se isto chega ao conhecimento do bhikkhu, ele deve ir até o local ele mesmo ou enviar uma mensagem, e ele deve instruir que esta seja construída um onde nenhum mal será feito. Se ele não vai ou nem mesmo envia uma mensagem, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta. Ele instrui que esta seja construída em um local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, mas esta é construída num local aprovado, onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se isto chega ao conhecimento do bhikkhu, ele deve ir até o local ele mesmo ou enviar uma mensagem, e ele deve instruir que esta seja construída dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se ele não vai ou nem mesmo envia uma mensagem, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta. Se ele instrui que esta seja construída em um local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, e esta é construída num local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, não há ofensa.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta. Ele instrui que esta seja construída em um local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, mas esta é construída excedendo o limite de tamanho, onde mal será feito, e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se isto chega ao conhecimento do bhikkhu, ele deve ir até o local ele mesmo ou enviar uma mensagem, e ele deve instruir que esta seja construída dispondo de espaço suficiente ao seu redor. … dentro do limite de tamanho, e onde nenhum mal será feito. … dentro do limite de tamanho, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor. … dentro do limite de tamanho. Se ele não vai ou nem mesmo envia uma mensagem, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta. Ele instrui que esta seja construída em um local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, esta é construída dentro do limite de tamanho, mas é situada onde mal será feito e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se isto chega ao conhecimento do bhikkhu, ele deve ir até o local ele mesmo ou enviar uma mensagem, e ele deve instruir que esta seja construída um onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor. … onde nenhum mal será feito. … dispondo de espaço suficiente ao seu redor. … não há ofensa.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta. Ele instrui que esta seja construída em um local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, mas esta é construída num local não aprovado, excedendo o limite de tamanho, situada onde mal será feito, e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se isto chega ao conhecimento do bhikkhu, ele deve ir até o local ele mesmo ou enviar uma mensagem, e ele deve instruir que esta seja construída num local aprovado, dentro do limite de tamanho, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor. … num local aprovado, dentro do limite de tamanho, e onde nenhum mal será feito. … num local aprovado, dentro do limite de tamanho, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor. … num local aprovado, e que está dentro do limite de tamanho. Se ele não vai ou nem mesmo envia uma mensagem, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta. Ele instrui que esta seja construída em um local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, mas esta é construída num local aprovado, dentro do limite de tamanho, mas é situada onde mal será feito e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se isto chega ao conhecimento do bhikkhu, ele deve ir até o local ele mesmo ou enviar uma mensagem, e ele deve instruir que esta seja construída um onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor. … onde nenhum mal será feito. … dispondo de espaço suficiente ao seu redor. … não há ofensa.

As ofensas dos construtores nomeados

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta. Ele instrui que esta seja construída em um local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se a cabana é construída num local não aprovado, onde mal será feito, e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, os construtores cometem três ofensas dukkata, de transgressão. …onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, os construtores cometem duas ofensas dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, os construtores cometem duas ofensas dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, os construtores cometem uma ofensa dukkata, de transgressão.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta. Ele instrui que esta seja construída em um local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se a cabana é construída num local aprovado, onde mal será feito, e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, os construtores cometem duas ofensas dukkata, de transgressão. … onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, os construtores cometem uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, os construtores cometem uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, não há ofensa.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta. Ele instrui que esta seja construída em um local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se a cabana é construída excedendo o limite de tamanho e onde mal será feito, não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, os construtores cometem três ofensas dukkata, de transgressão. … onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, os construtores cometem duas ofensas dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, os construtores cometem duas ofensas dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, os construtores cometem uma ofensa dukkata, de transgressão.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta. Ele instrui que esta seja construída em um local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se a cabana é construída dentro do limite de tamanho mas onde mal será feito e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, os construtores cometem duas ofensas dukkata, de transgressão. … onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, os construtores cometem uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, os construtores cometem uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, não há ofensa.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta. Ele instrui que esta seja construída em um local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se a cabana é construída num local não aprovado, excedendo o limite de tamanho, situada onde mal será feito, e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, os construtores cometem quatro ofensas dukkata, de transgressão. … onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, os construtores cometem três ofensas dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, os construtores cometem três ofensas dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, os construtores cometem duas ofensas dukkata, de transgressão.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta. Ele instrui que esta seja construída em um local aprovado, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se a cabana é construída num local aprovado e dentro do limite de tamanho, mas é situada onde mal será feito e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, os construtores cometem duas ofensas dukkata, de transgressão. … onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, os construtores cometem uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, os construtores cometem uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, não há ofensa.

Uma cabana inacabada quando do seu retorno

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta. Ela é construída num local não aprovado, onde mal será feito, e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se a cabana se encontra inacabada quando do seu retorno, esta deve ser dada para outrem, ou deve ser demolida e reconstruída. Se ele não dá a cabana para outra pessoa, ou não a demole e reconstrói, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão, e duas ofensas dukkata, de transgressão.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta. Ela é construída num local não aprovado, onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se a cabana se encontra inacabada quando do seu retorno, esta deve ser dada para outrem, ou deve ser demolida e reconstruída. Se ele não dá a cabana para outra pessoa, ou não a demole e reconstrói, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão, e uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor. … ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão, e uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito e dispondo de espaço suficiente ao seu redor. … ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta. Ela é construída num local aprovado, onde mal será feito, e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se a cabana se encontra inacabada quando do seu retorno, esta deve ser dada para outrem, ou deve ser demolida e reconstruída. Se ele não dá a cabana para outra pessoa, ou não a demole e reconstrói, ele comete duas ofensas dukkata, de transgressão. … onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, não há ofensa.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta. Ela é construída excedendo o limite de tamanho, onde mal será feito, e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se a cabana se encontra inacabada quando do seu retorno, esta deve ser dada para outrem, ou deve ser demolida e reconstruída. Se ele não dá a cabana para outra pessoa, ou não a demole e reconstrói, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão, e duas ofensas dukkata, de transgressão. … onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão, e uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão, e uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta. Ela é construída dentro do limite de tamanho, mas é situada onde mal será feito e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se a cabana se encontra inacabada quando do seu retorno, esta deve ser dada para outrem, ou deve ser demolida e reconstruída. Se ele não dá a cabana para outra pessoa, ou não a demole e reconstrói, ele comete duas ofensas dukkata, de transgressão. … onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, não há ofensa.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta. Ela é construída num local não aprovado, excedendo o limite de tamanho, situada onde mal será feito, e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se a cabana se encontra inacabada quando do seu retorno, esta deve ser dada para outrem, ou deve ser demolida e reconstruída. Se ele não dá a cabana para outra pessoa, ou não a demole e reconstrói, ele comete duas ofensas sanghadisesa e duas ofensas dukkata. … onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, duas ofensas sanghadisesa e uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete duas ofensas sanghadisesa e uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete duas ofensas sanghadisesa, graves e que envolve a suspensão.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta. Ela é construída num local aprovado, dentro do limite de tamanho, mas é situada onde mal será feito e não dispondo de espaço suficiente ao seu redor. Se a cabana se encontra inacabada quando do seu retorno, esta deve ser dada para outrem, ou deve ser demolida e reconstruída. Se ele não dá a cabana para outra pessoa, ou não a demole e reconstrói, ele comete duas ofensas dukkata, de transgressão. … onde mal será feito, mas dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão. … onde nenhum mal será feito, mas não dispondo de espaço suficiente ao seu redor, ele comete uma ofensa dukkata, de transgressão.

Um bhikkhu nomeia alguém para lhe construir uma cabana e depois se afasta. Ela é construída num local aprovado, dentro do limite de tamanho, onde nenhum mal será feito, e dispondo de espaço suficiente ao seu redor, não há ofensa.

Permutações parte 2

Se ele terminar o que ele mesmo começou (não atendendo quaisquer ou todos os requisitos acima descritos), ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão.

Se ele conseguir outro para terminar o que ele mesmo começou (não atendendo quaisquer ou todos os requisitos acima descritos), ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão.

Se ele termina o que foi começado por outros (não atendendo quaisquer ou todos os requisitos acima descritos), ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão.

Se ele conseguir outro para terminar o que foi começado por outros (não atendendo quaisquer ou todos os requisitos acima descritos), ele comete uma ofensa sanghadisesa, séria e que envolve a suspensão.

Quando não é uma ofensa

Não há ofensa quando: se constrói um abrigo situado numa saliência duma rocha; se constrói um abrigo numa caverna; se constrói uma cabana de palha; se constrói para um terceiro; se constrói algo além de uma habitação; o indivíduo se encontra louco; ele é o primeiro a cometer a ofensa.

A sexta regra de treinamento sanghadisesa, sobre a construção de cabanas, se encerra aqui.